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Confira os destaques da política alagoana #FN13062020
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O governo do Estado decidiu que a reabertura do comércio e da indústria se dará os poucos, até quando a pandemia estiver praticamente estabilizada. Além disso, é um risco que não se pode correr, alertam integrantes do Grupo de Trabalho do governo, liderado pelo secretário Fábio Farias.
A flexibilização será por partes e atingirá segmentos que não venham a comprometer o programa construído e analisado pelos participantes do governo, incluindo aí as autoridades sanitárias que avaliam diariamente como estão se comportando as medidas adotadas até agora. Até atingir esse patamar, pequenos comerciantes e empresários deverão sofrer um pouco mais, enquanto o governo estuda alternativas para socorrê-los nos próximos dias.
HORA DA SALVAÇÃO
A Associação Comercial está fazendo um apelo para o governo do Estado reconsiderar a prorrogação do decreto emergencial e antecipar a volta das atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira. Ela alerta que o Estado já atingiu a marca de perda superior a R$ 400 milhões de arrecadação nesses 82 dias de paralisação.
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DESASTRE FINANCEIRO
Do ponto de vista comercial, o Dia dos Namorados, que sempre aquece a economia, foi um desastre anunciado. Pelo menos R$ 9,5 milhões deixaram de entrar nos cofres das empresas, que nunca passaram por situações semelhantes nos últimos anos.
SEM ESPERANÇA
Os que estão com seus estabelecimentos comerciais fechados e com um prejuízo incalculável, as esperanças são poucas de voltar a abrir as portas. As linhas de crédito estão cada vez mais difíceis de chegar, e a situação se transforma num caos generalizado.
UMA LUZ
Um costumeiro visitante do Palácio República dos Palmares confidenciou ontem que o governo está preocupado em duas frentes. Estancar a contaminação do coronavírus, as consequentes mortes e restabelecer a abertura total do comércio, a qual não tem nenhuma previsão.
PRATOS LIMPOS
Um grupo de deputados alagoanos, à frente Davi Maia, do DEM, criou a Comissão Parlamentar Interestadual para saber direitinho como foi realizada a compra dos respiradores. Essa história de colocar a culpa no Consórcio Nordeste, liderado pelo estado da Bahia, não cola Alguém foi negligente com os recursos do estado de Alagoas, deveriam ter a garantia de como seriam bem aplicados.
FALHA NOSSA
Justificar e empurrar a batata quente para o governo baiano é admitir a primariedade da administração na compra de equipamentos, já que não é prudente entregar recursos sem a garantia da prestação dos serviços.
FARRA ALHEIA
Ao defender o pagamento do auxílio emergencial por vários meses, o governador do Estado parece não estar nem aí para saber quem vai pagar a conta. Pouco importa se o governo federal ficará endividado ou não. Para dar sua contribuição, o Estado deveria abrir os cofres do Fecoep para ajudar os cidadãos excluídos em Alagoas, que não são poucos.
MUITA CONVERSA
Nas lives e nos discursos, o governo de Alagoas demonstra está no auge do desenvolvimento. Fala numa saúde razoável, projetos sociais, construção de mais hospitais, fornecimento de medicamentos, estabilidade nos empregos, mas, na prática, nada tem mudado. Até agora, Alagoas não conseguiu sair do segundo lugar incômodo entre os nove estados do Nordeste de infectados pelo coronavírus.
» A nota oficial divulgada pela Associação Comercial foi dura contra o governo. Seus dirigentes se mostraram surpresos, insatisfeitos e indignados com a prorrogação do decreto governamental.
» A continuar assim, médias e grandes empresas começarão a demitir seus trabalhadores, aumento o caos social em que vivem milhares de famílias.
» Na maioria dos estados do Nordeste, o comércio e a indústria já retornaram aos poucos suas atividades, ao contrário de Alagoas, que só vai voltar a analisar o assunto no próximo dia 22.
» Como estão literalmente juntos, o prefeito de Maceió e o governador deverão tomar uma posição conjunta, como vêm fazendo ultimamente. Enquanto isso, o caos se instala nas atividades econômicas.