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Fatos & Notícias

Confira os destaques da política alagoana com a coluna Fatos & Notícias

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Por FATOS & NOTÍCIAS | Edição do dia 05/09/2020 - Matéria atualizada em 05/09/2020 às 06h47

Um dos temas mais discutidos no Brasil nos últimos anos, a mobilidade urbana está sendo uma das maiores preocupações das administrações das grandes cidades e têm se tornado um desafio para os prefeitos das principais metrópoles.

Em Maceió, a situação não é diferente e se agrava mais com a interdição de avenidas pelos fenômenos causados pela Braskem, o que tem refletido diretamente no caótico trânsito da capital.

Em suma, um problema para esta administração que se encerra e um grande desafio para o futuro prefeito de Maceió.


COLAPSO

Se o trânsito já vem se complicando nos últimos anos, a corda agora apertou ainda mais. Com a interdição de parte da Avenida General Hermes, que corta os bairros de Bom Parto e Mutange para chegar a Bebedouro, considerada área de risco pela Defesa Civil, a situação se torna bem mais complicada. Em razão disso, já que o tráfego é desviado para o bairro do Farol, o problema aumenta consideravelmente.


CONGESTIONAMENTOS

Diariamente dá para se observar que os engarrafamentos passaram a ser constantes, refletindo diretamente em toda parte baixa da capital. E se houver qualquer manifestação como a que aconteceu no início da semana com um protesto dos servidores da empresa Veleiro, a cidade para.


SEM ALTERNATIVAS

Por enquanto, nenhuma solução prática por parte da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) para pelo menos minimizar o sufoco de quem precisa se deslocar na cidade. E a situação vai piorar muito mais quando retornarem as aulas e os servidores públicos do Estado e do município sejam convocados de volta ao trabalho.


O QUE FAZER?

As soluções em longo prazo seriam a abertura de novas ruas e avenidas e a construção de viadutos, projetos que requerem um investimento fora da realidade para os cofres da prefeitura de Maceió. Assim, fica difícil prever uma mobilidade urbana capaz de atender às reais necessidades da população.


AJUDA

No caso do VLT, a CBTU está contando com a força política do deputado federal Arthur Lira, cujo projeto inicial foi tocado por seu pai, o ex-senador Benedito de Lira, para viabilizar novo percurso do sistema ferroviário que venha a contemplar os moradores da região devastada pela mineradora. Como é um projeto arrojado e que já foi entregue ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, vai ser necessária a participação do governo federal para isso se tornar realidade.


OUTRO PROJETO

Paralelamente aos estudos preliminares da CBTU para construir novas alternativas, o governo do Estado pretende também adquirir o seu VLT, cujo projeto passaria pela Avenida Fernandes Lima, obra que certamente levaria alguns anos para ser concluída. Ao contrário, além de possuir experiência no ramo, a CBTU já possui seus VLTs, uma via previamente escolhida e um traçado já em andamento para chegar até o Shopping Maceió e dali para o Farol, percorrendo a Avenida Menino Marcelo, cruzando a Fernandes Lima e descendo para atender a toda população residente no entorno de Bebedouro.


MINHA VEZ

Os aposentados do INSS estão apostando numa medida do governo para conceder o 14º salário este ano em face da pandemia do coronavírus. Querem tratamento igual a outros segmentos que irão receber o auxílio emergencial de R$ 300 até o mês de dezembro. A proposta está sendo alinhada pelo senador Paulo Paim, do Rio Grande do Sul.


» A população residente ao longo da duplicação da Al-101 Norte lembra ao governo para não esquecer a construção de passarelas e ciclovias para garantir a segurança de pedestres e ciclistas.

» Sem prazo para o fim da duplicação, que praticamente nem começou, o governo continua prometendo o que está longe de cumprir, embora mantenha no discurso boas estradas, bons hotéis e o aeroporto de Maragogi.

» Sem muitas perspectivas para os projetos mirabolantes, bem que o governo do Estado poderia investir na manutenção das estradas e assim colaborar para o soerguimento das empresas, que quase fecham definitivamente as suas portas por causa da pandemia.

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