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Fatos & Notícias

Confira os destaques da política alagoana #FN13022021

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Por FATOS & NOTÍCIAS | Edição do dia 13/02/2021 - Matéria atualizada em 12/02/2021 às 21h35

Chegou a hora de o governador Renan Filho colaborar com a população reduzindo o ICMS, para que Alagoas possa se tornar o estado do Nordeste com o menor preço do combustível, como havia prometido. Do tempo das suas declarações demonstrando otimismo em baixar o preço do combustível já se passaram alguns meses, tanto que a promessa foi esquecida e que não resultou em absolutamente nada, a não ser mais uma propaganda enganosa do seu governo. Para o governo federal, se os estados contribuírem, os preços dos combustíveis irão baixar automaticamente. Mas parece que ninguém quer abrir de parte dos lucros obtidos, como o caso do governo de Alagoas.

Agora, está na hora de Alagoas de fazer como o governo do Piauí e reduzir a alíquota do ICMS. Reduza o ICMS, governador, reduza.


SÓ DELE

Nas justificativas do governo federal, os estados bem que poderiam colaborar reduzindo o ICMS no preço dos combustíveis, o que certamente viria a atender aos transportadores de cargas e a população de um modo geral. O governador Renan Filho havia prometido ter Alagoas o menor preço do combustível no Nordeste, mas ficou só na promessa.


SUGESTÕES

Comparecendo no começo da semana a uma solenidade no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro enalteceu a presença do senador Fernando Collor e mais: destacou suas sugestões apresentadas ao Ministério da Economia para que haja uma diminuição no preço dos combustíveis.


PEQUENEZ

Apenas por picuinha política e faltando apenas três quilômetros para sua conclusão, a estrada vicinal asfaltada pela prefeitura de Coqueiro Seco até próximo do rio dos Remédios, divisa com Marechal Deodoro, parou. Falta de bom senso dos administradores, que fazem os donos de veículos enfrentarem buracos e poeira no verão e lama no inverno.


SEM PREVISÃO

O presidente da Liga Carnavalesca de Maceió, Dinho Vasconcelos, não tem concordado com a previsão da realização do carnaval entre os dias 4 e 7 de setembro, conforme estabeleceu a prefeitura de Maceió. Ninguém pode prever qualquer data, diz ele, porque a pandemia não tem tempo para terminar


PREJUÍZO

Paradas há mais de um ano, as empresas que promovem os grandes eventos não têm ainda nenhuma perspectiva de voltar à normalidade depois da pandemia, e os prejuízos são incalculáveis. Na cadeia produtiva durante o carnaval, perde todo mundo: músicos, costureiras, proprietários de bares, restaurantes e ambulantes que circulam pela cidade.


DESAFIO

Um dos maiores desafios da prefeitura de Maceió e do próprio Estado é manter equipes de fiscalização para evitar aglomerações durante o carnaval. Vai ser difícil segurar a turma acostumada ao batuque dos tambores e ao som das orquestras.


EM SILÊNCIO

Enquanto retoma suas atividades de produção com sal importado do Chile, a Braskem não dá nenhuma explicação sobre o projeto de explorar jazidas de sal-gema na região norte, onde ficam localizados os municípios de Paripueira e Barra de Santo Antônio.


EXIGINDO

A CBTU está exigindo que a Braskem encontre uma solução para recuperar a perda de recursos de pelo menos 10 mil passageiros por dia depois da interdição do trecho entre Bom Parto e Bebedouro. Projeto alternativo, a CBTU tem. Depende agora da disposição de indenização dos prejuízos.


» Todos os municípios alagoanos suspenderam as suas festas de carnaval, mas não vão impedir que alguns foliões contrariem as normas protocolares e dancem o frevo nas ruas.

» A Polícia Civil chegou à conclusão de que os militares que participaram do assassinato do policial Jorge Vicente Ferreira têm culpa no cartório. Presos, os três PMs foram conduzidos para o Presídio Militar..

» Ao contrário do que o governo tem dito, os assassinatos se reproduzem diariamente na periferia da cidade.

» Os helicópteros da Segurança parecem não vir dando vencimento à violência na periferia da cidade.

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