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Confira os destaques da política alagoana #FN09032021
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Quando o governador anunciou, na última quinta-feira, que medidas mais drásticas poderiam ser tomadas caso a pandemia tomasse novos contornos, sabia que a situação de agravamento de mortes e infecções pelo coronavírus já era previsível. Era apenas uma questão sutil de prevenir os setores produtivos de que o recrudescimento da pandemia estava acontecendo.
Com as novas medidas adotadas, como restrição de funcionamento do comércio e de outros setores, a exemplo de bares e restaurantes, que já vivem um quadro desesperador, só com a participação efetiva do governo a situação poderá ser amenizada.
Demissões
Desde ontem, trabalhadores do setor de serviços estão perdendo seus empregos. A Abrasel avalia que as demissões atingirão pelo menos 40% da mão-de-obra dos bares e restaurantes. O setor é um dos mais prejudicados com as novas medidas de restrição impostas pelo decreto governamental.
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Socorro
Dirigentes da Associação de Bares e Restaurantes sugerem, no auge da crise, que parte do dinheiro – R$ 5 bilhões – que o governo diz possuir para obras este ano seja utilizada para socorrer o setor, gravemente atingido pela pandemia. “Vamos dividir essa conta com a gente?”, é o apelo que a Abrasel faz ao governo do Estado.
Alto risco
A qualquer momento, pelo que deixou transparecer na última entrevista, o governo do estado pode tomar novas medidas e até a fase vermelha pode ser decretada se os números de mortes e infecções continuarem subindo.
Sinalização
A descoberta de que Alagoas já faz parte de alguns estados onde foram descobertas mutações do coronavírus e o aumento considerável de mortes e infecções nos últimos dias faziam prever que seriam apertadas ainda mais as restrições, avançando para as fases vermelha e laranja, onde os protocolos serão mais rígidos.
Sem saída
Para médicos infectologistas, que tentam evitar o pânico na população, as estatísticas comprovam que a pandemia tomou uma dimensão que já era esperada depois das campanhas eleitorais, festas de final de ano e o próprio carnaval, cujos protocolos não foram regiamente obedecidos.
Falta
Como ninguém sabe de quem foi a “brilhante ideia”, a falta de hospitais de campanha – os que existiam foram desativados – é um dos problemas que agora os órgãos de saúde correm para resolver, para evitar o colapso total nas unidades públicas e privadas.
Internado no Ceará
O jornalista Bernardino Souto Maior está internado em um hospital de Fortaleza, no Ceará, por complicações da Covid-19. Segundo familiares, apesar de precisar de auxílio de oxigênio, ele tem boa evolução e apresenta bom quadro clínico.
Lotação nas igrejas
O arcebispo metropolitano de Maceió, Dom Antônio Muniz, emitiu, ontem, comunicado às igrejas relacionado ao enfrentamento da pandemia do coronavírus na Arquidiocese. Ele manda reduzir a capacidade de funcionamento das paróquias católicas para 30% da lotação máxima, até o dia 16 de março.
Salvar vidas
Dom Antonio Muniz também demonstrou preocupação quanto às aglomerações cotidianas na cidade e reafirmou a necessidade de apoiar as medidas preventivas. “A prioridade deve ser salvar vidas. Reitero a necessidade de tomar a vacina, do uso de máscaras, das medidas de distanciamento e evitar aglomerações”, pontuou.
ERRAMOS
Na edição do último fim de semana, o pôster do Flamengo, campeão brasileiro de 2021, foi publicado com a escalação errada, com nomes do elenco campeão estadual do CRB do ano passado. Pedimos desculpas!