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Confira os destaques da política alagoana #FN12032021
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O endurecimento das medidas restritivas para o combate à pandemia, que parece ser inevitável em Alagoas, certamente será uma pá de cal na economia do Estado, abalada desde o ano passado com o avanço da Covid-19.
Migrar para a fase vermelha neste momento, com o setor produtivo respirando por aparelhos, é uma sentença de morte para empresários e trabalhadores do setor, que ainda resistem e tentam se recuperar da crise financeira que parece interminável. O aumento de mortes e infecções pelo coronavírus é um sinal de que o governo deverá ser mais duro nas medidas de distanciamento social, mesmo com os setores produtivos sendo atingidos fortemente.
Corda no pescoço
Endividados, com as atividades restritas e o afastamento de clientes, bares, restaurantes e hotéis são os mais atingidos pelas medidas tomadas pelo governo, que até agora não acenou com a possibilidade de abrir linhas de créditos para socorrer o empresariado e trabalhadores.
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Esvaziamento
Nos bares e restaurantes, sem ter como solucionar a crise, conhecidos empresários estão fechando as portas e demitindo seus funcionários. A crise chegou ao ápice e até o cancelamento de reservas nos hotéis já chegam a 20%, com tendência de aumentar ainda mais.
Sem saída
Relutando para não se chegar ao extremo, o governo tenta adiar uma medida mais dura, embora comece a escassez de leitos normais e nas UTIs dos hospitais, sem que a pandemia dê sinal de estabilidade.
Risco de contágio
Com ônibus superlotados, a SMTT determinou que as empresas aumentem o número de coletivos durante o horário de pico para evitar o alastramento do coronavírus. Com a medida, a prefeitura deve reforçar as equipes de fiscalização enquanto cria novas linhas e melhorias em outras regiões que cruzam a cidade de Maceió.
Descumprimento
Quatro estabelecimentos foram fechados e outros 14 foram obrigados a encerrar as atividades após o período permitido, entre 04 a 10 de março, na capital alagoana, em uma semana de fiscalização para o cumprimento das medidas das novas fases de isolamento social. Os dados são da Secretaria Municipal De Segurança Comunitária E Convívio Social (SEMSCS).
Descumprimento 2
As ações têm buscado inibir aglomerações e notificar estabelecimentos comerciais que descumpram as medidas que reduzem o horário de funcionamento e o número de clientes. A cidade, hoje, está na fase laranja de restrições. Bares e restaurantes, por exemplo, só podem funcionar com 50% de sua capacidade das 6h às 20h.
Descumprimento 3
Ao todo 187 estabelecimentos passaram por fiscalização nesse período. Nessas operações, dois parques infantis e dois circos foram impedidos de funcionar. Na orla, foram feitas outras três notificações de suspensão das atividades de ambulantes na faixa de areia. E mais 14 estabelecimentos já foram obrigados a fechar por terem excedido o horário de atividade permitido. Ainda foram registradas mais outras 12 notificações da Vigilância Sanitária e da SEMSCS, aplicadas por descumprimento de alguma medidas, como o excesso de pessoas no local.