FATOS & NOTÍCIAS
Confira os destaques da política alagoana #FN17072021
.
No penúltimo ano do seu governo e sem se incomodar com o que vem pela frente, Renan Filho fatalmente deixará uma herança maldita para quem lhe substituir no Palácio República dos Palmares. Ao anunciar a realização de concursos públicos com milhares de vagas, a construção de hospitais muitos deles inacabados e estradas pelo Estado afora, o governador sabe que não irá pagar a conta, que certamente será um desafio para quem se sentar na sua cadeira a partir de janeiro de 2023.
Os problemas, que vão se avolumar em todos os setores a partir do final do próximo ano, já preocupam a classe política, que ainda não entendeu como o governo bancará a manutenção de hospitais com os custos decorrentes da contratação de pessoal, compra de equipamentos e concursos cujos aprovados somente deverão ser nomeados faltando dois ou três meses para o governador entregar o cargo.
PARA EXPLODIR
Até agora sem explicação convincente e sem mostrar como o Estado irá bancar todas as despesas, o futuro governo vai sofrer para administrar o festival de ações políticas do atual inquilino do Palácio República dos Palmares.
Jovem de 19 é preso apoós estuprar e engravidar adolescente de 12 anos em Limoeiro de Anadia
Grave acidente deixa 4 feridos na Cambona em Maceió
Sonho do acesso alvinegro - 28/07/2026
Recorde de público em Alagoas - 28/07/2026
PSDB trabalha internamente com vários cenários para encaixar Marina e Eudócia Caldas
CRESCIMENTO DA DÍVIDA
Além dos débitos remanescentes e que somente agora o Estado conseguiu respirar, o governo já recebeu autorização da bancada governista na Assembleia Legislativa para contratar mais R$ 1,5 bilhão com instituições nacionais e federais, aumentando ainda mais os compromissos futuros. Ou seja, deixa o Estado atolado em dívidas que podem se tornarem impagáveis ao longo dos tempos.
SEM SOLUÇÃO
Embora o governo tenha construído os hospitais da Mulher e Metropolitano para desafogar a demanda de pacientes vindos de todos os municípios de Alagoas, principalmente neste período de pandemia, o Hospital Geral do Estado, inexplicavelmente, ainda continua superlotado em sua capacidade e com as dificuldades de sempre.
DEFICIÊNCIAS
Como sempre acontece, as deficiências nunca são corrigidas, e a população sofre com o atendimento considerado longe do ideal. O que se tem observado é a falta de planejamento da Secretaria de Saúde do Estado, que deveria controlar a demanda do HGE distribuindo pacientes para o Metropolitano e da Mulher, que praticamente suspenderam seus atendimentos para casos diversos nos últimos meses para atender doentes da Covid-19.
PREÇO ABUSIVO
A população, nas redes sociais, começa a se manifestar contra a insensibilidade do governo do Estado ao aplicar o “Imposto Renan Filho” sobre os combustíveis, complicando a vida das pessoas. O ICMS, considerado como um dos mais altos da região, força o aumento do diesel, gasolina e também do botijão de gás, muito embora o governo federal tenha suspendido a cobrança de impostos para tentar suavizar o preço direto ao consumidor.
EXAGERO
Em uma nota fiscal emitida esta semana em um dos postos de combustíveis de Maceió, de R$ 100, o Estado abocanha simplesmente R$ 47,93, ou seja, quase a metade do valor total do combustível.
ENCARECENDO
Com a alta do ICMS imposta pelo governo do Estado, os preços dos produtos passaram a ficar mais caros nos últimos meses, refletindo nos fretes e no próprio sistema rodoviário, cujas empresas estão enfrentando sérias dificuldades.
QUEBRADEIRA
Nos bastidores, uma movimentação para uma paralisação nos próximos dias para alertar sobre uma possível quebradeira no setor.
» Além das inúmeras demandas que acontecerão na próxima legislatura, deputados da bancada do governo desejam a sua fatia no bolo para minimizar os desgastes sofridos durante o primeiro semestre na Assembleia Legislativa.
» É o salve-se quem puder visando as próximas eleições, uma das mais difíceis dos últimos anos.
» A Assembleia Legislativa já tem um nome que possa disputar as eleições para o governo do estado no próximo ano, mas ainda depende de acertos com algumas lideranças políticas.
» Com dinheiro de sobra, embora o aperto fiscal seja devastador, o governo do estado deve abrir os cofres para os seus aliados com obras eleitoreiras.