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Confira os destaques da política alagoana #FN14082021
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A utilização de cargos públicos para se beneficiar eleitoralmente, foi e sempre será um câncer que deve ser extirpado a bem da moralização pelas autoridades competentes. É o caso, por exemplo, do secretário de Saúde, Alexandre Ayres, que foi acusado, no plenário da Assembleia Legislativa, no início da semana, pelo deputado Davi Maia (DEM), de se locupletar com a máquina administrativa.
Acusação séria, inclusive a de que está havendo contratações para fins políticos, cabe ao Ministério Público investigar essa possibilidade, para evitar que outros candidatos sejam prejudicados durante a campanha eleitoral.
O Tribunal Regional Eleitoral, que, por sua vez também está de olho nos excessos cometidos por alguns que se acham espertalhões, também pode atuar para impedir que esses expedientes escusos possam proliferar num ano pré-eleitoral.
DINHEIRO DO FECOEP
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Se o problema da construção irregular de 25 barragens em municípios do interior do Estado fere a legislação, que o meio ambiente atue de forma severa para coibir os abusos. O mais impressionante disso tudo, segundo denúncias do deputado Davi Maia (DEM), é o uso dos recursos do Fecoep, que deveriam estar sendo investidos em programas sociais para tirar alguns segmentos da população da pobreza absoluta em que vivem.
R$ 20 MILHÕES
Pelos cálculos do deputado, nada mais nada menos do que R$ 20 milhões do Fecoep estão sendo utilizados para construir essas barragens, cujas obras foram suspensas pela juíza Maria Ester Manso pela ausência de estudos prévios sobre o impacto ambiental.
INDIFERENÇA
Enquanto executa obras para atender aliados políticos, o governo esquece literalmente o Canal do Sertão, deixando de executar uma política hídrica capaz de atender a população e pequenos empresários que sobrevivem da agricultura familiar.
SEM MANUTENÇÃO
Em algumas regiões, o Canal do Sertão já começa a apresentar vazamentos e infiltrações, revelam deputados que conhecem bem o drama dos sertanejos.
ULTRAPASSADA
Projetado para atender 42 cidades alagoanas numa extensão de 250 quilômetros, o Canal do Sertão parece não ser levado a sério pelo governo de Alagoas. Tanto é que insiste em gastar dinheiro na construção de barragens cuja tecnologia empregada deverá causar danos ao meio ambiente, embora a Secretaria de Infraestrutura afirme que irá apresentar à Justiça a documentação necessária.
HORA DE PARAR
Como meses atrás a Assembleia Legislativa deu carta branca ao governo de Renan Filho para usar os recursos como bem entender, mesmo fugindo dos seus reais objetivos, seria a hora de rever essa situação. Afinal de contas, muita, mas muita gente mesmo está passando sérias e graves necessidades.
FALTA DE PLANEJAMENTO
Enquanto os hospitais Metropolitano e da Mulher e ainda as unidades do interior estão começando a esvaziar pela diminuição da pandemia, o Hospital Geral do Estado continua apinhado de gente. Ninguém sabe por que a Secretaria de Saúde não faz um planejamento para desafogar o principal hospital de urgência da capital, que presta um serviço sofrível.
E AS INDENIZAÇÕES?
A Braskem está anunciando a ampliação de um centro de monitoramento para acompanhar de perto os efeitos danosos e que atingiram em cheio vários bairros da capital, mas não cuida como devia da indenização de milhares de famílias atingidas pelas rachaduras e que abandonaram suas casas.
» A morte do empresário João Lyra, vítima de sequelas do Covid-19, ocorrida na última quinta-feira, abalou os meios empresariais e comoveu amigos e políticos que conviveram com ele nos últimos anos.
» João Lyra foi sinônimo de trabalho durante várias décadas e chegou a ser um dos empresários mais bem sucedidos no Nordeste. Na política, foi deputado federal, senador e até candidato ao governo do estado, além de apoiar várias personalidades durante sua vida pública.
» Depois das definições das regras para as próximas eleições, grupos políticos começam a montar estratégias sobre as disputas majoritárias e proporcionais do próximo ano.