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Confira os destaques da política alagoana #FN02092021
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Denúncias após denúncias no plenário da Assembleia Legislativa extremamente graves sobre supostos atos de desvio de conduta por parte do secretário Alexandre Ayres, da Saúde, forçam o governo do Estado a explicar didaticamente ao povo alagoano o que está acontecendo nos bastidores da instituição.
Ontem, a bola da vez do deputado Davi Maia (DEM) foi o Assessor Técnico Especial de Integração do governador Renan Filho, Ademir Cabral, que recebeu nada menos do que R$ 85.396,00 em salários da Secretaria de Estado da Saúde.
O grande volume de recursos surpreende, porque Ademir figura na folha conhecida como Incentivo Relacionado à Função – IRF, que lida diretamente com a pandemia, embora preste serviços ao Palácio República dos Palmares.
SUSPENSÃO
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O que é de se estranhar mais ainda é que o próprio Ministério Público propôs uma Ação Civil Pública para a interrupção imediata destas folhas consideradas paralelas, o que não foi feito até o momento.
CAMPANHA POLÍTICA
Além das comprovações através de documentos de contratações irregulares e plantões fantasmas, o secretário Alexandre Ayres, argumenta o deputado Davi Maia, inclui seus apadrinhados nas folhas de pagamento, onerando o erário, cujos recursos deveriam ser aplicados para o combate sistemático à pandemia.
FARRA
O deputado Davi Maia fez uma alerta às autoridades, para que impeçam que se faça uma farra com o dinheiro do SUS através de fraudes nos plantões como se vem fazenda até agora e pediu para Alexandre Ayres “se retirar da cadeira de secretário de Saúde”.
REAÇÃO
O prefeito de Maceió, JHC, também engrossou a linha das inúmeras reclamações nas redes sociais sobre o reajuste na conta de água exatamente quando a população está atravessando momentos difíceis. Nas redes sociais, o prefeito foi curto e grosso contra o governador Renan Filho: “É muito descaso com a população de Maceió, em especial com os mais pobres que lutam para pagar as contas. Aqui na Prefeitura a gente cuida de quem mais precisa. Reduzimos a tarifa de ônibus, a mais barata entre as apitais, e criamos o BEM, pra ajudar nesse momento difícil. É hora de cuidar das pessoas”, arrematou JHC.
PRESENTE DE GREGO
A Agência de Regulação de Serviços Públicos (Arsal) comandada pelo Estado, surpreendeu a todos neste momento de dificuldade com o aumento de 8,08% da tarifa de água. O reajuste vem exatamente em um período onde todos os salários não sofreram correção, ressaltando-se a prefeitura de Maceió que realinhou o período inflacionário com os seus servidores.
DESPERDÍCIO
Garantindo que o Estado vai bancar o novo projeto do Marco Referencial, rebatizada de Marco dos Corais no antigo Alagoinhas, o secretário de Infraestrutura do governo, Maurício Quintella, argumentou que o projeto recebeu críticas de arquitetos e urbanistas. Não explicou, porém, onde foram parar os quase R$ 10 milhões para custear a obra conseguidos à época pelo então senador Benedito de Lira. Ninguém sabe de onde o secretário Maurício Quintella tirou a informação de que não cabe à prefeitura de Maceió exigir alvará para a realização de obras na cidade.
ERRAMOS
Na capa de sua edição digital dessa quarta-feira (1º), a Gazeta falhou ao informar ter sido o deputado estadual Davi Maia que disse ter provas de que a gestão do secretário da Saúde de Alagoas, Alexandre Ayres, financia pré-campanha política em vários municípios de Alagoas. Na verdade, a afirmação partiu do deputado estadual Antônio Albuquerque (PTB), durante sessão da Assembleia Legislativa da última terça-feira.
» O secretário de Fazenda, George Santoro, sem ninguém chamar, se intrometeu no meio da conversa entre governo e prefeitura de Maceió, como se fosse o prefeito ou o governador.
» Se quis ser simpático ao governador e atacar o prefeito da capital o mais inteligente era ter ficado calado.
» Uma Audiência Pública marcada para acontecer na próxima sexta-feira (3), na Câmara Municipal de Maceió, vai discutir os investimentos feitos pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) no último quadrimestre deste ano. » A sessão contará com a presença da secretária municipal e médica Célia Fernandes, além de técnicos ligados à pasta e representantes da sociedade civil.