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Confira os destaques da política alagoana #FN01012022
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Termina o ano de 2021 e o governo do Estado não tem muito o que comemorar, a não ser ter trocado os projetos sociais por obras eleitoreiras de concreto, maquiado as conquistas do servidor público e comprometido as finanças de quem assumir os destinos de Alagoas provavelmente a partir do dia 2 de abril.
Paralelamente, indiferente à cultura e à memória da terra dos marechais, o governo abandonou à própria sorte prédios históricos e que estão prestes a desabar, a exemplo da antiga Secretaria de Educação e da própria Polícia Militar do Estado de Alagoas, que estão caindo aos pedaços.
GOVERNO SEM FREIO
O que se viu durante todo este ano foi um governo gastando dinheiro desnecessariamente ao construir elefantes brancos e estradas sem consistências, tentado dissimular a compra de votos com pequenos incentivos à estudantada e famílias paupérrimas e elegendo como principal aliado um grupo de empreiteiras que já embolsaram nos últimos anos bilhões de reais.
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AUSÊNCIA DE METAS
Já no final do ano, com os serviços de água e esgotos comprometidos em todo o Estado e com a população clamando por água, o governo acelerou a concessão da Casal para empresas privadas e, pelo menos na grande região de Maceió, a população vem sofrendo o que nunca sofreu nesses últimos anos.
ABANDONADOS
Com o Canal do Sertão recheado de recursos do governo federal, numa ação conjunta de alguns senadores e deputados federais, o Estado, mesmo, assim, ignorou as necessidades dos pequenos produtores, sem a realização de nenhum projeto de irrigação no Agreste e no Sertão, num verdadeiro descaso com a população mais pobre e sofrida de Alagoas.
ESPETÁCULOS
Na Segurança Pública, o governo não deixou por menos, ao realizar espetáculos midiáticos na capital e no interior e, muitas das vezes, ferindo de morte os Direitos Humanos, adentrando em favelas que merecem o respeito de toda a sociedade.
CAMPANHA POLÍTICA
Além do próprio governador, que tem alimentado a esperança de fazer companhia ao pai no Senado Federal, o que o alagoano tem repudiado até agora, a maior parte de sua equipe trabalhou diuturnamente para garantir vagas na Assembleia Legislativa, atropelando até quem deu sustentação ao governo na Casa de Tavares Bastos.
DEFICIÊNCIA
Entra ano e sai ano e a situação para centenas de moradores da região do Pinheiro e adjacências continua na mesma, embora algumas instituições tentem sensibilizar a Braskem de que o afundamento do solo foi uma tragédia que se abateu sobre toda a região.
FIASCO SOCIAL
Ao se apoderar de todo o dinheiro do Fecoep para a realização de obras de concreto, onde as betoneiras trabalharam dia e noite, o estado mostrou que desde o começo estava à serviço das empreiteiras. Com o aval da própria Assembleia Legislativa, onde alguns deputados se arrependeram da autorização de um cheque em branco, o governo desprezou projetos sociais para todos aqueles que vivem abaixo da linha da pobreza.
A TODO VAPOR
Sem cumprir com o calendário de concursos públicos, embora tenha ensaiado meses atrás, o Estado afunda o pé na contratação de pessoas principalmente para os hospitais já inaugurados através de Oscips, um problemão para o próximo governo. Com essa abertura o estado, que olha com muito interesse para as eleições de 2022, nomeia seus aliados.
» O alagoano sofreu na pele, mas o governo do Estado se manteve firme em não reduzir o valor do ICMS aplicado nos combustíveis, mas que deve suavizar pela proximidade das eleições.
» Voluntarioso, arrogante e sem maturidade política, o governador Renan Filho se dispôs a competir com o governo federal na compra de tratores e motoniveladoras, abandonando literal os projetos sociais para a população mais necessitada.
» Pelo menos mais de 390 mil alagoanos sofreram na pele o abandono de ações por parte do governo de Alagoas, que reteve grande parcela do Fecoep nos seus cofres e deu destinação a outros recursos para alimentar algumas poucas empreiteiras.