Fatos & Notícias
Confira os destaques da política alagoana #FN02062022
.
Artistas e produtores estão reagindo contra a possibilidade de aumentar o número de cancelamento das festas juninas pelos municípios depois de um período de abstinência em consequência da pandemia, o que traria inestimáveis prejuízos para todos os segmentos do setor em Alagoas. Se por um lado todos os governos, municipais e estadual têm o objetivo de socorrer quem foi vítima dos fortes temporais nos últimos dias, com milhares de pessoas desalojadas e desabrigadas, por outro as diversas categorias que envolvem o setor produtivo defendem uma política racional na possível suspensão dos eventos.
Para produtores de espetáculos, a medida de suspensão dos festejos deveria atingir apenas os municípios mais afetados e não todos de forma genérica. Até agora dez municípios resolveram suspender as festas, embora todos eles tenham recebido a recomendação do MP que este momento não é hora de forró.
REAÇÃO
O presidente da Câmara dos Deputados, Artur Lira, enquadrou o deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, durante a sessão na noite da última terça-feira. Lira cassou a palavra do deputado e ameaçou retirá-lo do plenário caso continuasse com as agressões verbais. O presidente também levará o assunto ao Conselho de Ética da Câmara
Operação Ruptura: PC investiga organização criminosa em Coruripe
Instituto Federal de Alagoas abre curso de mídias sociais
Homem é baleado na cabeça após discussão em Arapiraca
Ex-policial militar é preso por golpes em Maceió
Davi Davino confirma convite para ser vice, mas rejeita: "Sou candidato ao Senado"
MAL ACOSTUMADO
Arthur Lira, ao perder a paciência com Glauber Braga, que discutia sobre a privatização da Petrobras, alertou que alguns parlamentares, inclusive ele, Glauber, estariam mal acostumados com o comportamento em plenário.
PROTEGIDO
O servidor Luiz Neto, da Casal, que se tornou agora presidente em substituição ao engenheiro Clécio Falcão, teria sido uma indicação do secretário da Fazenda, George Santoro, que, embora tenha criado muitos problemas políticos na gestão do ex-governador que governou Alagoas por mais de sete anos, chegou agora com a corda toda.
VELHA PRÁTICA
Gastar recursos públicos em obras eleitoreiras já tem sido um procedimento comum nos últimos anos de governo, agravado pelo abandono de velhas rodovias que ainda servem aos alagoanos. É o caso, por exemplo, da Al-220, em que a estrada entre o Distrito de Piau, em Piranhas e Delmiro Gouveia, se encontra em péssimas condições.
ACIDENTES
Além do abandono da rodovia em detrimento da duplicação iniciada pelo governo, os acidentes se sucedem com frequência na região, o que demonstra que o governo não está muito preocupado com o que está acontecendo.
INVESTIGAÇÃO
Se não bastassem os problemas que o Hospital Geral do Estado vem passando ao longo dos anos, agora é alvo de investigação por parte do Ministério Público e da Polícia para esclarecer as denúncias de cirurgias feitas por estudantes de Medicina que não têm nenhum vínculo com o HGE. O risco seria de comprometer a vida dos pacientes.
INSPEÇÃO
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encerrou, ontem, a inspeção ordinária realizada no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). A atividade foi iniciada na segunda-feira (30) e coordenada pelo desembargador Carlos Vieira Von Adamek.
TÍTULO PARA NOTA
Mais de 150 técnicos municipais foram instruídos para as mudanças e aspectos gerais da nova lei de Licitações em curso promovido pela Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), que durou três dias e se encerrou ontem. O curso contou com a participação de representantes de mais de 80 municípios.
» A Corregedoria da Polícia Militar de Alagoasabriu procedimento para investigar a denúncia feita por uma enfermeira da UPA Irmã Dulce, em Marechal Deodoro, de que um policial militar a teria ameaçado enquanto ela trabalhava. » De acordo com a mulher, as ameaças teriam iniciado após ela explicar que não havia médico ortopedista na UPA, nem a possibilidade de imprimir radiografia naquela unidade. » O policial então teria sacado uma arma e chamado uma viatura da PM-AL para conduzir a enfermeira ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Marechal Deodoro, onde ela diz que foi ouvida sem direito à presença de um advogado.