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Confira os destaques da política alagoana #FN20082022
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As multas aplicadas à BRK Ambiental, Sanama e Sanema por serviços mal feitos em toda a capital alagoana, parecem não ter surtido os efeitos desejados. As empresas, responsáveis pelas obras de saneamento básico em Maceió, continuam trazendo transtornos para a toda a população que enfrenta diariamente buracos e ruas intransitáveis.
Pelo resultado das multas aplicadas, ou elas não estão sendo recolhidas aos cofres públicos ou mesmo não afetam os cofres da empresa, que continuam alheias aos desserviços que estão prestando ao povo e aos que trafegam pelas ruas mal cuidadas.
CONTRIBUINDO
Mas não são somente as empresas de saneamento que penalizam a comunidade maceioense. A prefeitura também tem lá essa culpa e pouco tem feito para tapar buracos, recuperar vias e deixar o trânsito menos problemático do que já é. A desculpa de que as chuvas atrapalham a recuperação das vias não é lá justificativa para a administração pública não tomar suas providências.
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REPAROS NAS VIAS
Além de ruas e avenidas consideradas essenciais para o escoamento do tráfego, os corredores de ônibus também sofrem com o descaso das autoridades. A prefeitura sabe que as empresas são obrigadas a entregar as obras prontas, mas também deve fazer a sua parte.
ABUSOS
Os mais variados protestos na cidade de Maceió sejam por quaisquer motivos, têm causado muito dor de cabeça aos motoristas que se deslocam diariamente para o seu trabalho. E as autoridades parecem não encontrar soluções para minimizar a situação que recorrentemente acontece no dia a dia do maceioense.
PERGUNTAR NÃO OFENDE
E as escolas “fantasmas” das comunidades indígenas no interior do Estado? Quando as autoridades irão resolver a situação?
INSATISFAÇÃO
Vários segmentos do Poder Judiciário, principalmente aqueles de cargos de carreira têm, nos bastidores, manifestado indignação pelo Projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa que somente vai beneficiar juízes e desembargadores. Alguns, como já foi revelado, terão indenizações da licença-prêmio que podem chegar até a bagatela de R$ 1 milhão.
ALVO
O Tribunal de Contas do Estado voltou a ser alvo nos últimos dias com denúncias sobre a suposta corrupção envolvendo o município de Rio Largo. E as denúncias também têm sobrado para a direção da instituição, com pedidos de intervenção.
NOTA ZERO
O imbróglio envolvendo o senador Rodrigo Cunha e o secretário de Prevenção à Violência, Kelmann Vieira, no estádio de Arapiraca, transformou-se num ato eminentemente político que não deu para se faturar eleitoralmente. O episódio tomou uma dimensão já esperada pela população.
PÉ NO FREIO
O governador Paulo Dantas dá a entender aos seus principais auxiliares nos bastidores de que o assunto Cunha/Kelmann está encerrado. Alimentar esse embate politicamente só é desgaste para o governo neste momento.
ESQUENTANDO
Faltam poucos dias para o início do Guia Eleitoral, e os candidatos preparam uma saraivada de acusações para impressionar o eleitorado. Se vai funcionar, só depois das eleições de 2 de outubro. Serão denúncias de um lado e denúncias do outro, procurando, todos, polarizar a campanha principalmente para o governo do Estado.
» Cansada de agressões públicas, o eleitorado espera que os candidatos apresentem propostas, principalmente aquelas que possam ser cumpridas durante o mandato.
» O coeficiente eleitoral para deputado federal e estadual está tirando o sono de muitos candidatos.
» A prefeitura de Maceió precisa acelerar a operação tapa-buraco, enquanto o governo do Estado necessita dar manutenção às rodovias estaduais, algumas em péssimo estado de conservação.
» A prisão dos assassinos da motorista de aplicativo Amanda Pereira foi uma obrigação da polícia. Não houve necessidade de alguém querer faturar politicamente.