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Imobiliário

Cadeia produtiva deve se unir para enfrentar desafios

Associação Nacional dos Materiais de Construção promove live para discutir novo cenário

Por Agência CBIC | Edição do dia 23/05/2020 - Matéria atualizada em 22/05/2020 às 19h31

José Carlos Martins, presidente da CBIC, diz que setor da construção é o mais preparado para fazer retomada
José Carlos Martins, presidente da CBIC, diz que setor da construção é o mais preparado para fazer retomada - Foto: Divulgação
 

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, defendeu na última quinta-feira (21), durante a live ‘Ações da Construção Civil em Momento Desafiador’, a importância da união da cadeia produtiva do setor com uma pauta de interesse comum para ampliar, melhorar e dar maior visibilidade ao mercado; mudar a cultura sobre a importância da casa própria, e defender que a retomada da economia no País seja via investimento e não consumo de bens.

“O México tem metade da economia do Brasil e o mesmo número de trabalhadores na construção”, comentou Martins, reforçando a importância de um trabalho conjunto para o reconhecimento do valor de toda a cadeia produtiva do setor no País.

Promovida pela Associação Nacional dos Materiais de Construção (Anamaco), a live foi mediada pelo superintendente da entidade, Waldir Abreu.

“O bem principal da família é a sua casa”, apontou Martins, ao mencionar que, em alguns casos, a pandemia mostrou que ela precisa ser maior e precisa de reforma. “Não podemos perder essa oportunidade. Quanto mais aumentarmos o estoque de casas, mais temos o que fazer dentro delas”, frisou, ao citar o déficit habitacional brasileiro de 7,8 milhões de domicílios (dados da FGV de 2017).

A quebra de paradigma a partir da pandemia foi reforçada pelo presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), Paulo Camillo Penna. “As pessoas passam a perceber a casa não apenas como moradia, mas como lugar de trabalho e lazer”.

“Precisamos de um senso comum para defender o nosso business, que é melhorar a vida das pessoas, fazer casas, calçadas, viadutos, o que é bom para todo mundo”, destacou Martins, apoiado por Paulo Penna e pelo presidente da Anamaco, Geraldo Defalco.

“Na medida em que o setor cresce, ele precisa contratar gente”, completou Waldir Abreu, apontado que “o caminho está em colocar a construção em marcha para trabalhar, porque gente contratada reforma casa”.

“Não vejo outro setor mais preparado e com maior capacidade de fazer uma retomada que o da construção. Quando se investe na construção se impacta 97 outros setores”, concluiu Martins.

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