Integração
Confira os destaques do interior alagoano #I25012020
.
Um dos maiores eventos municipalistas do mundo está programado para ocorre em Pernambuco de 17 a 20 de março. Trata-se de XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos que terá palestras das Nações Unidas, oficinas temáticas, visitas técnicas e conteúdos relevantes para a administração que estarão em pauta nas salas de projetos. A programação preliminar e as inscrições de um dos mais importantes eventos municipalistas deste ano podem ser consultadas e realizadas na página da Cúpula. O encontro será realizado nas cidades pernambucanas de Recife e Olinda e terá como tema Cidades Inovadoras para as Pessoas. O credenciamento será realizado a partir das 14h do dia 17 de março. Na terça-feira, às 9h, ocorre a solenidade de abertura. Autoridades das três esferas governamentais como o presidente da Organização Mundial de Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU) e prefeito de Al Hoceima, no Marrocos, Mohamed Boudra; o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco, José Patriota; e outros membros do movimento municipalista são algumas das presenças confirmadas no evento.
No período da tarde, ocorre o lançamento do Projeto Inova Juntos, que contará com a participação do embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybánez. Depois, será apresentada a Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, conduzida pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. No final da tarde, o público poderá conferir oficinas temáticas sobre Políticas Inovadoras de Segurança Cidadã, Empreendedorismo e Periferia: Inovação e Criatividade; Poder Legislativo atuando para inovação; Políticas e sistemas de saúde na América Latina e Integração de refugiados e migrantes na comunidade local.
DEBATES
Serão realizados debates referentes à Liderança de Mulheres na Gestão em uma mesa redonda no início da manhã do dia 19 de março. Simultaneamente, ocorrem outras oficinas temáticas para abordar a Transparência com inovação: instrumentos de controle social; Inovação no acesso à água e gestão de recursos hídricos; Transformação digital na gestão de serviços; Consórcio públicos fomentando a inovação territorial; Inovação na educação e Cidades inovadoras e moradia social na América Latina e Caribe, dentre outros assuntos.
Operação Ruptura: PC investiga organização criminosa em Coruripe
Instituto Federal de Alagoas abre curso de mídias sociais
Homem é baleado na cabeça após discussão em Arapiraca
Ex-policial militar é preso por golpes em Maceió
Davi Davino confirma convite para ser vice, mas rejeita: "Sou candidato ao Senado"
MESA-REDONDA
Uma mesa-redonda com os rumos do movimento reunirá representantes das diferentes associações municipalistas dos países da região. Além de oficinas temáticas e apresentações nas salas de projetos complementam a programação do segundo dia do evento.
ENCERRAMENTO
No evento, precisamente no dia 20 de março, no período da manhã, será realizada a solenidade de encerramento. Após o almoço, às 14h, o público participa de visitas técnicas ao Porto Digital e ao Compaz. Paralelamente a essa programação, será realizada a reunião do Bureau Executivo da Federação Latino-americana de Cidades, Municípios e Associações de Governos Locais (Flacma).
SECA/CANAL
A grande indagação hoje é sobre a utilização das águas do Canal do Sertão, principalmente projetos que possibilitem o convívio com a seca. Criadores de gado de leite propõem o plantio de forragem para servir de alimento para os animais. Milho, sorgo e palma seriam as principais culturas para cultivar.
MILHO
O empresário Rafael Tenório ficou surpreso com a quantidade de milho que o Grupo Coringa processa para produzir alimentos. Cerca de 15 milhões de toneladas por mês. Atualmente essa indústria de alimentos, que é orgulho para Alagoas, importa do Mato Grosso do Sul toda sua produção. Fica a indagação: por que não usar a água do Canal do Sertão para produzir milho?
CANAL DO SERTÃO
Atualmente o Canal do Sertão tem 120 quilômetros pronto com água na calha, que poderia estar sendo utilizada para produção de forragem e alimentos. O projeto do canal é de 420 quilômetros e chegará até Arapiraca, onde se espera que seja desenvolvida a produção hortifrutigranjeira. Em alguns trechos do Canal, existem alguns pequenos projetos de irrigação de produção de hortaliças.
CASTANHA/PORTUGAL
A missão portuguesa, que visitou Alagoas em março do ano passado, ficou surpresa com a quantidade de cajueiros existente entre Olho d’Água do Casado e Piranhas, mas que não produzem castanha. Os portugueses tinham interesses em importar a castanha.