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Integração

Confira os destaques do interior alagoano #I18062020

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MAIS DINHEIRO NAS PREFEITURAS

As prefeituras vão receber em junho uma parcela extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no valor estimado de 4,5 bilhões, e outra em dezembro no valor de R$ 4,6 bilhões. Isso fora os valores das parcelas normais que já recebem durante esses meses. Esses recursos extras foram instituídos para que os prefeitos pudessem pagar o décimo terceiro salário dos servidores, podendo ser metade no meio do ano, ou no final. As prefeituras estão recebendo também os valores alusivos à reposição das perdas do FPM. A terceira parcela foi liberada semana passada. Para reforçar ainda mais os cofres das prefeituras, que estão recebendo muito dinheiro do governo federal, a ajuda financeira para fazer frente às ações de controle da pandemia foi depositada na última terça-feira (16), no valor total de R$ 60 bilhões. Todos esses recursos, segundo os próprios prefeitos, principalmente dos pequenos municípios, praticamente quadruplicaram o volume dinheiro circulando na cidade. No Nordeste, por exemplo, cerca de 80% dos municípios não têm arrecadação própria, nem atividade econômica de expressão. Tudo gira em torno das prefeituras e também das pensões dos aposentados e dos Programas Sociais do Governo Federal, como o Bolsa Família. Agora com o “Corona Voucher” de R$ 600, a injeção de dinheiro em cidades como Carneiros, Senador Rui Palmeira e Maravilha teve um efeito positivo, aquecendo a economia local. Em cidades como Delmiro Gouveia, lojista que estão vendendo via delivery disseram que houve um aumento nas vendas de 30%. E tem prefeita indo à imprensa chorar (lágrimas de jacaré), dizendo que os municípios estão sem recursos. Contra os números não há argumentos. Até agora foram injetados nas contas das prefeituras R$ 60 bilhões.

ARAPIRACA/FRIGOVALE

O Instituto do Meio Ambiente (IMA) alega que ainda não foi comunicado oficialmente sobre a determinação proferida pela sentença judicial que manda que o órgão realize fiscalização e monitore a emissão de gases do frigorífico FrigoVale em Arapiraca. Embora a Defensoria Pública informe que o órgão recebeu a oficialização, através de carta registrada no dia 22 de maio.

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ARAPIRACA/FRIGOVALE 2

Enquanto o IMA procura saber o que ocorreu nas suas correspondências judiciais, a população do Conjunto Brisa do Lago, com 2.900 famílias, continua sofrendo com o mau cheiro de carniça produzido pelo frigorífico FrigoVale em Arapiraca. Um problema que se arrasta há mais de quatros anos.

ARAPIRACA/FRIGOVALE 3

Idosos, gestantes e crianças vivem momentos difíceis para saúde e até os animais domésticos passam mal, com falta de uma atitude decisiva para solução do problema, que agora já atinge também comunidades mais distantes, que relatam que o mau cheiro de carniça da FrigoVale está chegando lá. A população está indo buscar atendimento nos postos de saúde que estão no combate à Covid-19.

ARAPIRACA/FRIGOVALE 4

O frigorífico FrigoVale está instalado em prédio construído com dinheiro da União e doado pela prefeitura, que deu a concessão ao empreendimento privado, para explorar os serviços de abate de animais. A doação foi realizada pelo então prefeito Luciano Barbosa, na época e homologado pela prefeita Célia Rocha. O município, portanto, pode solicitar o fim da concessão pelo fato de a empresa não estar cumprindo as normas de funcionamento.

PORTO CALVO/INUNDAÇÃO

Os conjuntos residências inundados em Porto Calvo com as últimas chuvas caídas na região foram construídos em áreas de várzeas, próximo a rios. Pela legislação ambiental, essas casas não poderiam ter sido construídas. O problema maior é que todas voltarão a ser inundadas, sempre que as chuvas forem fortes.

PORTO CALVO/DOAÇÕES

Essas áreas de várzeas, onde foram construídas essas casas, em Porto Calvo teriam sido doadas pela prefeitura em gestões anteriores, fato considerado mais grave e que deve ser investigado pelo Ministério Público Estadual e os órgãos ambientais. As famílias que construíram as casas agora vivem o dilema de conviver com as enchentes.

PASSO DO CAMARAGIBE

A prefeita Vânia Câmara (ex-Farias) baixou decreto mandando fechar as pousadas e hotéis que estavam funcionando no município. Vale lembrar que o decreto estadual não mandar fechar as pousadas e hotéis. A notícia foi recebida com revolta por parte dos empresários.

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