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Integração

Confira os destaques do interior alagoano #I24022021

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Arapiraca: problemas crônicos

A capital do Agreste vive há muito tempo com dois problemas crônicos que, até agora, nenhum prefeito conseguiu solucionar: lixo nas ruas e falta de água. O único momento em que a cidade registrou momentos limpos foi durante a gestão da ex-prefeita Fabiana Pessoa. Em menos de 15 dias, a ex-prefeita fez um grande mutirão na cidade e acabou com antigos lixões. Agora, com o atual prefeito Luciano Barbosa, voltaram a existir. O lixo “prospera” em toda cidade - do Centro, na antiga estação ferroviária, por trás do Clube dos Fumicultores, e por toda extensão da linha férrea, passando por outros bairros. Atualmente, o mais famoso lixão foi criado próximo ao Assaí. Nas redes sociais, o prefeito disse que vai pedir ajuda da polícia, que não tem nada com isso. O prefeito precisa e deveria criar uma “ronda do lixo”, para apreender os veículos que despejam lixo, através da SMTT. Seja carroça ou veículos motorizados. Já com relação à falta de água, a luta é com a famosa Casal, que explora comercialmente o serviço de venda da água, graças à concessão do município. O prefeito Luciano Barbosa poderia suspender a qualquer momento e entregá-lo a outra empresa. Vale lembrar que o prefeito foi vice-governador por 6 longos anos e nunca se posicionou em defesa do problema da falta de água em Arapiraca, até porque nesse período ele estava morando em Maceió, onde não sentia o problema na pele.

Saneamento básico

Vários municípios em Alagoas serão beneficiados com obras de saneamento básico, principalmente os destinos turísticos, localizados no Litoral Norte, no trecho entre Barra de Santo Antônio e Maragogi. Todos os municípios possuem problemas antigos, com águas que escorrem pelas ruas.

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Barra de São Miguel

O município de Barra de São Miguel foi um dos poucos beneficiados com um grande projeto de saneamento básico. Contudo, esgotos de residências continuam a desaguar no rio Niquim, o que transformou parte das praias impróprias para banho, principalmente próximo a Foz do rio e do Porto da Barra.

Barra de Santo Antônio

A Barra de Sto Antonio tem tudo para ser um destino turístico perfeito. As praias ainda estão sem nenhuma presença de esgoto. O município será também beneficiado com um grande projeto de urbanização da orla fluvial e marítima. A prefeita Lívia Carla está comemorando a boa notícia.

São Miguel dos Milagres

A parte urbana de São Miguel dos Milagres sofre com esgoto que escorre pelas ruas. Os mosquitos e o mau cheiro presentes em toda parte. A situação piora no período da chuva ou quando as fossas das residências estouram, quando os dejetos rolam ladeira abaixo entrando nas galerias de águas pluviais, que acabam desaguando nas praias.

Porto de Pedras

É possível encontrar o mesmo problema das cidades citadas também na parte urbana de Porto de Pedras. Bem em frente a uma ONG do Peixe Boi Marinho, há um esgoto que deságua no rio Tatuamunha, onde existe base do ICMBio. O IMA já classificou a área de praia, onde o rio está como impróprio para banho.

Japaratinga

No Centro da cidade, próximo a um restaurante, existe uma galeria de águas pluviais de onde escorre esgoto livremente, sendo jogado pelas residências de um conjunto residencial, localizado por trás da Igreja Matriz.

Maragogi

Em Maragogi, duas línguas sujas correm há décadas. Uma é famosa e fica no meio do trecho urbano da orla. O mau cheiro pode ser sentido de longe. A outra língua suja fica no final da Avenida Beira Mar, onde escorre esgoto das residências da parte alta da cidade, do conjunto Adélia Lira. Um problema que a Casal começou a resolver, mas parou no meio do caminho.

Piranhas

Mas os problemas sanitários que atingem os destinos turísticos não estão restritos apenas ao litoral e se estendem pelo rio São Francisco, que também é alvo do derramamento de esgotos. Piranhas, o terceiro destino turístico de Alagoas, já registra a presença de várias línguas sujas na orla urbana.

Turismo/saneamento

Não se pode pensar em desenvolvimento da atividade turística sem obras de infraestrutura e de saneamento básico, além do fornecimento de água potável para consumo. Dois serviços essenciais para consolidar uma atividade sustentável a longo prazo. Sem as obras básicas, os destinos turísticos terão vida curta.

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