Integração
Confira os destaques do interior alagoano #I05032021
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Rota Ecológica sustentável
A situação sanitária dos municípios, que integram a chamada Rota Ecológica, no litoral Norte de Alagoas, um dos destinos turísticos mais procurados do Brasil, foi bastante comentada durante a semana. Contudo, os municípios da Rota Ecológica necessitam de obras de infraestrutura para dar conta do fluxo e da demanda de empreendimentos que, agora, se instalam na região. É necessário que sejam realizados investimentos em obras de saneamento básico, de rede de distribuição de água, de estação de tratamento de água e esgoto, além de galerias de águas pluviais, rede elétrica, telefonia móvel e pavimentação, que absorva a água da chuva, para evitar inundações e alimentar o lençol freático da região. Tudo isso tem que ser pensado, planejado, seguindo normas ambientais, que harmonize a chegada dos empreendimentos com a beleza do local, que precisa ser preservado a qualquer custo. Dentro dessa perspectiva, é necessário um compromisso como o desenvolvimento urbanístico sustentável, evitando a degradação ambiental e promovendo o comprometimento de todos com a causa de construir um lugar saudável, seguro e confortável, sem destruir o que há de mais belo na Rota Ecológica: a natureza.
Velocidade Imobiliária
A situação sanitária dos municípios, que fazem parte da Rota Ecológica em Alagoas, localizada no Litoral Norte, preocupa pelo agravamento dos problemas com a chegada de grandes empreendimentos imobiliários e turísticos, que se multiplicam a cada ano. São consequências da pressa dos investidores e de aproveitarem o momento de grande procura por áreas na região.
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Municípios da Rota
A Rota Ecológica é formada por três municípios: Passo do Camaragibe, com os distritos de Barra do Camaragibe e Marceneiro, e São Miguel dos Milagres, com diversas praias, como a do Toque e outras. Porto de Pedras, com várias praias, como Tatuamunha e outras.
Porto de Pedras
Porto de Pedras é o município que apresenta poucos problemas sanitários dentro da Rota Ecológica. Segundo o prefeito, Henrique Vilela, sua administração vem combatendo o problema com fiscalização. O prefeito Henrique Vilela tem sido um fiscal das praias para evitar que esgotos desçam nas praias.
Problemas pontuais
Na zona urbana existem duas galerias de águas pluviais, sendo um próximo a uma praça da orla. Ambas desaguam na Praia de Porto de Pedras, mas que, segundo o prefeito, são monitoradas pela prefeitura e os infratores multados e as saídas de águas tamponadas.
Tatuamunha
Contudo, o problema mais grave se encontra no distrito de Tatuamunha, onde várias casas humildes jogam seus esgotos e até dejetos humanos diretamente no rio, que dá nome ao local e que, hoje, abriga a base de reintrodução do peixe-boi-marinho, sob a responsabilidade do Instituto Chico Mendes para Preservação da Biodiversidade (ICMBio), que fiscaliza a APA dos Costa Dourada, que vai de Tamandaré em Pernambuco até Paripueira em Alagoas.
Arapiraca/ambulantes
A Prefeitura de Arapiraca, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, promoveu um encontro com permissionários de uso dos espaços públicos para fins de comercialização e serviços, com o objetivo de debater o reordenamento das ruas da cidade.
Arapiraca/ambulantes 2
Segundo a secretária Rosa Lira, o debate é muito importante para o reordenamento . “As ruas de Arapiraca, principalmente as do centro comercial, precisam ser organizadas e os ambulantes precisam trabalhar. Reuni-los para debater este assunto é fundamental para colocar em prática os planos da prefeitura para melhoria do fluxo comercial da nossa cidade”, disse a secretária.
Maragogi/adutora
A prefeitura de Maragogi está construindo uma adutora para abastecer os distritos de Peroba e Ponta de Mangue, que sofrem muito com a falta de água. As duas localidades cresceram bastante nos últimos anos e estão recebendo mais investimentos imobiliários que vão aumentar a demanda de consumo de água.
Porto Calvo
Em Porto Calvo, a falta de fiscalização ao cumprimento dos protocolos sanitários tem propiciado o aumento do número de casos de Covid-19. A atual gestão não fiscaliza as casas comerciais, que não exigem dos clientes o uso de máscaras. Nas ruas, as pessoas também não usam máscaras e, até nos órgãos públicos, a norma não é cumprida.