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Confira os destaques do interior alagoano #I10102024
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FPM: AUMENTO DE 19%
As prefeituras brasileiras receberam quase R$ 5 bilhões referentes à primeira parcela de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O repasse é cerca de 19% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, já que, em 2023, a quantia foi de aproximadamente R$ 4,1 bilhões.
MACEIÓ RECEBE 19,2 MILHÕES
Maceió receberá um decêndio de R$ 19,2 milhões, enquanto Arapiraca terá repasse de R$ 2,9 milhões. As prefeituras brasileiras partilham quase R$ 5 bilhões referentes à primeira parcela de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), nesta quinta-feira, 10.
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ANO POSITIVO PARA PREFEITURAS
Nunca na história dos municípios as prefeituras receberam tanto dinheiro a título de repasses do FPM. O ano de 2024 está terminando com um saldo positivo financeiramente para as prefeituras e para alegria dos prefeitos, que estão comemorando tantos recursos nos caixas das prefeituras.
MAIS 1% DE FPM
Vale lembrar que, em dezembro, as prefeituras vão receber mais 1% extra sem descontos do Fundef e do duodécimo das Câmara de Vereadores, o que aumenta ainda mais o saldo positivo do caixa. Isso indica que muito pode ser realizado pelos prefeitos para obras e ações sociais e também atrair investidores para gerar emprego e renda.
GERAR EMPREGO E RENDA
Um dos objetivos dos gestores municipais deveria ser buscar desenvolver em suas cidades atividades de economia sustentável para pôr fim à mendicância institucionalizada, através dos programas sociais. Atividades simples como artesanato, produção de alimentos em conserva, agricultura familiar, como o Programa do Leite, e o turismo.
ARAPIRACA É EXEMPLO
Arapiraca é um exemplo de incentivo ao empreendedorismo, seja no campo ou na cidade. O município possui uma economia baseada no comércio ativo e na agricultura familiar, graças a distribuição de terras que existe historicamente até hoje. O município tem uma atividade comercial intensa e concentra a população da região Agreste e uma produção agrícola baseada na produção hortifrutigranjeiros e agora de camarão.
PREFEITOS DO ATRASO
Contudo, existem gestores que não desejam gerar empregos e sim manter o povo sob o jugo da miséria para que, através da prática do assistencialismo barato, tenha o povo “comendo em sua mão”. Assim, em todas as eleições, esses maus gestores conseguem manter-se e a sua família e amigos no poder.
PÉSSIMO EXEMPLO
Lembro-me de um caso de um prefeito de uma cidade litorânea com potencial turístico enorme, para onde procurei, dentro das minhas possibilidades, levar investidores hoteleiros para desenvolver o turismo. A resposta que obtive desse gestor municipal foi: “Não quero empresário de fora por aqui. Depois ele se interessa pela política e vai tomar a minha prefeitura”.
SEM DIVULGAÇÃO
Outros nem desejam que o potencial turístico de seus municípios seja divulgado para não despertar o interesse de grupos empresariais. Mantêm tudo debaixo do tapete e vez por outra fazem uma ação doméstica, só para acalmar os mais afoitos, e depois mantêm o isolamento.