Internacional
Hackers atacam empresas inimigas
Um grupo de hackers reagiu ontem ao cerco ao WikiLeaks e a seu fundador, Julian Assange, e atacou sites de empresas que aderiram à pressão contra o site. Saíram do ar, entre outras, as páginas das empresas de cartões de crédito Mastercard e Visa. Entre os alvos dos ?ativistas virtuais? estiveram ainda a promotoria da Suécia ? que acusa Assange de crimes sexuais ?, um banco suíço que bloqueou contas do fundador do site e outros. Após sair do ar, a Mastercard, que ontem havia cancelado os pagamentos ao WikiLeaks, disse ter tido problemas, mas negou que seus serviços tivessem sido afetados. A filial da empresa no Brasil também garantiu normalidade de seus serviços. A BBC, no entanto, divulgou a existência de falhas em sistemas de pagamentos. No final do dia, depois de uma série de ameaças feitas pelos hackers, a página da Visa também foi tirada do ar. A Operação Payback (dar o troco) é liderada pelo grupo de hackers Anonymous, que se autodefine ?um monte de pessoas que compartilham os mesmo ideais? e desejam ser uma força para o ?bem caótico?.