Internacional
Corte Suprema quer extradi��o de acusado de matar general
A Corte Suprema de Justiça do Chile ordenou ontem a extradição da África do Sul de Jaime Yovanovic, um ex-integrante do Movimento de Esquerda Revolucionária (MIR), acusado de ser o autor intelectual do assassinato de um general aposentado e de seus guarda-costas em 1983. Yovanovic abandonou o Chile, com destino à Itália, um ano depois do atentado em que morreu o general aposentado Carol Urzua. Ficou no país até 2000, quando foi preso e expulso pelo governo italiano. Depois de uma breve passagem pelo Brasil, Yovanovic se dirigiu para a África do Sul. O atentado, supostamente idealizado por Yovanovic, matou Urzua, que então era chefe territorial de Santiago, cargo para o qual havia sido nomeado pelo governo de Augusto Pinochet (1973-1990). Seu veículo foi cercado por cinco membros do MIR em Santiago. Embora os autores materiais tenham fugido, a Justiça Militar determinou pouco depois a prisão de quatro integrantes do movimento e a ordem de prisão de Yovanovic. O pedido de extradição foi feito pelo segundo juiz, que quer condenar Yovanovic a pena de 5 a 20 anos de prisão.