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Dilma defende mais rigor sobre armas nucleares

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São Paulo, SP ? A presidente Dilma Rousseff cobrou ontem da comunidade internacional mais rigor na fiscalização sobre algumas nações que detenham ?privilégios? e armas nucleares para fins não pacíficos. Ela se referiu à existência de arsenais atômicos em alguns países. Sem citar nomes, advertiu que eles são uma ameaça ao mundo. Dilma sugeriu que cada governo também adote medidas efetivas de segurança, eliminando as armas nucleares do planeta, sem concessões, e que adotem esforços conjuntos para combater o terrorismo. As informações são da Agência Brasil. ?O Brasil deixou claro que um mundo no qual as armas nucleares sejam aceitas será sempre um mundo inseguro. O Brasil compartilha da preocupação mundial com a segurança nuclear?, destacou Dilma ao discursar na Reunião de Alto Nível de Segurança Nuclear durante a 66ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas, em Nova York. ?Precisamos, sim, avançar na segurança nuclear militar. Redobremos nossos esforços em prol do desarmamento geral?. Sob pressão, pedido palestino vai à ONU | ÁLVARO FAGUNDES - VERENA FORNETTI / Folhapress Nova York, EUA ? Apesar de pressionado pelas potências ocidentais, especialmente pelos EUA, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, vai apresentar hoje ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o pedido formal para que os territórios se tornem Estado membro das Nações Unidas. A afirmação foi feita ontem por Yasser Abed Rabbo, assessor de Abbas. O líder palestino e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu falarão hoje à Assembleia Geral. Nos últimos dias, diplomatas americanos e europeus vinham tentando negociar uma solução para que o caso não chegasse às Nações Unidas. Abbas, no entanto, já tinha dito na semana passada que não recuaria do pleito palestino, que, passando pelo secretário-geral, vai ser encaminhado para o Conselho de Segurança (CS) da ONU ? onde os EUA já disseram que vetarão a proposta. Mesmo com a promessa americana, os palestinos pretendem levar o projeto adiante como vitória moral, para aumentar as pressões para ter seu Estado reconhecido. Americanos saem da assembleia em discurso São Paulo, SP ? A delegação de diplomatas americanos que estavam presentes na Assembleia Geral da ONU ontem deixou o plenário durante o discurso do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. Durante seu discurso, Ahmadinejad criticou intervenções da Otan, a aliança militar do Ocidente, e disse que os atentados ocorridos em 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos, que deixaram quase 3.000 mortos, foram um ?ato misterioso?. ?Como pode a democracia florescer a partir das bombas e mísseis da Otan??, questionou ele durante sua fala. ?Como podem os países ocidentais usarem o Holocausto como desculpa para manter políticas opressivas?? Mais de dezenas de diplomatas de outros países, incluindo França, saíram da sala pouco tempo depois.

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