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Nº 5715
Internacional

Saddam convoca iraquianos para guerra contra os EUA

Bagá e Washington – O presidente Saddam Hussein fez um apelo ao povo iraquiano para lutar se os Estados Unidos atacarem, alertando que qualquer invasão acarretará “derramamento de sangue norte-americano”. No seu discurso televisionado após seu juramento p

Por | Edição do dia 18/10/2002 - Matéria atualizada em 18/10/2002 às 00h00

Bagá e Washington – O presidente Saddam Hussein fez um apelo ao povo iraquiano para lutar se os Estados Unidos atacarem, alertando que qualquer invasão acarretará “derramamento de sangue norte-americano”. No seu discurso televisionado após seu juramento para seu novo mandato de sete anos, Saddam disse: “O caminho do sangue leva a mais sangue e quem tentar derramar sangue alheio deve esperar que seu sangue seja derramado”. Ele foi reeleito com 100% dos votos, no plebiscito realizado terça-feira, que contou com uma participação eleitoral de todos os eleitores, segundo fontes oficiais. “Juro por Deus todo-poderoso, por minha honra e minha fé que preservarei a independência e a integridade territorial do Iraque e que salvaguardarei o sistema republicano e os princípios da Revolução de 17 de julho”, ressaltou o presidente, ao ser juramentado. Franco-atirador Investigadores norte-america-nos pretendem questionar detentos da Al-Qaeda, sob custódia dos EUA para averiguar se eles têm informações sobre os ataques do franco-atirador, que aterroriza a região de Washington, disseram ontem fontes do governo, de acordo com a emissora de TV CNN. As fontes afirmaram que não há evidências que liguem a rede de Osama bin Laden ao franco-atirador e que não acreditam que os ataques na região de Washington sigam o padrão das ações da Al-Qaeda ou de outro grupo terrorista. “Nós seríamos criticados se não fizéssemos essa investigação, embora não haja evidências de uma ligação (do franco-atirador) com a Al-Qaeda”, disse uma autoridade do FBI (polícia federal dos EUA), que pediu para não ser identificada. Os EUA mantêm cerca de 600 prisioneiros da Al-Qaeda e do Talibã em Guantánamo, em Cuba, onde está situada uma base naval norte-americana. A “caçada” ao franco-atirador, que já matou nove pessoas e feriu outras duas na re-gião de Washington, desde o dia 2 de outubro, mobiliza cerca de 2.000 policiais e agentes federais, segundo uma fonte oficial dos EUA.

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