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Pr�dio residencial desaba no Egito, mata 11 pessoas e fere 10

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Cairo e Amã ? O desabamento de um prédio residencial de cinco andares no bairro pobre de Giza, no subúrbio do Cairo, Egito, matou 11 pessoas e feriu outras dez, disseram fontes de segurança ontem.O desabamento, que aconteceu ontem, matou uma mãe e duas filhas. Ela foi encontrada agarrada às meninas. Também morreu a viúva do dono do prédio, que havia morrido em abril junto com um filho num acidente de carro. Fontes afirmaram que o prédio estava sendo reformado sem supervisão profissional. A polícia estava investigando o acidente. Os desabamentos têm se tornado mais comuns nos últimos anos no Egito, em parte por causa da falta de fiscalização. Um diplomata norte-americano foi morto a tiros ontem em Amã, capital da Jordânia, quando deixava a sua casa às 7h30. O governo dos EUA não descarta a hipótese de terrorismo. Laurence Foley trabalhava para a Agência para Desenvolvimento Internacional, dos EUA, e estava em missão na Jordânia, onde participava de programas de ajuda humanitária. O porta-voz da Casa Branca, Ari Fleischer, disse que o presidente dos EUA, George W. Bush, ?lamenta a morte de Foley? e acrescentou que as investigações já começaram. O ministro da Informação da Jordânia, Mohammed Affash Adwan, afirmou que não queria especular sobre a possibilidade ou não de os disparos terem sido feitos por algum grupo terrorista. Ele disse apenas que o incidente ?foi uma agressão à Jordânia?. Nenhum grupo extremista assumiu o ataque, no qual foram feitos oito disparos com uma pistola 7 milímetros. A Jordânia é aliada dos EUA e assinou, em 1994, um acordo de paz com Israel. Mas o sentimento antiamericano vem crescendo no país devido às ameaças de ataque ao vizinho Iraque e à posição de Bush em relação ao Oriente Médio, considerada como pró-israelense. A Jordânia é um dos principais parceiros comerciais de Bagdá. Além disso, grande parte da população da Jordânia é composta por refugiados palestinos. Ao todo, há cerca de 3.000 americanos vivendo na Jordânia. Eles devem aumentar a segurança a partir de agora, de acordo com a Embaixada dos EUA em Amã.

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