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Nº 5710
Internacional

Inc�ndio em centro comercial no Vietn� mata 54 e fere 100

Ho Chi Minh e Ramalah – Um incêndio em um prédio no centro comercial de Ho Chi Minh, no sul do Vietnã, deixou pelo menos 54 mortos e cem feridos, disseram autoridades locais à emissora de TV oficial.O fogo durou cerca de cinco horas e foi apagado por vo

Por | Edição do dia 30/10/2002 - Matéria atualizada em 30/10/2002 às 00h00

Ho Chi Minh e Ramalah – Um incêndio em um prédio no centro comercial de Ho Chi Minh, no sul do Vietnã, deixou pelo menos 54 mortos e cem feridos, disseram autoridades locais à emissora de TV oficial.O fogo durou cerca de cinco horas e foi apagado por volta das 18h (8h30 em Brasília).O edifício de seis andares abriga várias lojas, uma casa noturna e cerca de 50 escritórios, incluindo diversas  companhias estrangeiras. Entre os mortos, há pelo menos um estrangeiro, que ainda não foi identificado, segundo a agência de notícias oficial do Vietnã. Uma companhia de seguros norte-americana realizava um programa de treinamento no edifício para aproximadamente cem funcionários quando o incêndio começou, disse a agência de notícias do Vietnã. De acordo com uma porta-voz da empresa, seis funcionários estão desaparecidos e 30 ficaram feridos. Uma festa de casamento também estava sendo realizada no prédio, segundo a rede de TV de Ho Chi Minh. A causa do incêndio ainda não foi divulgada, mas policiais disseram suspeitar que o fogo começou na Blue Disco, a casa noturna mais famosa da cidade. A cidade de Ho Chi Minh, ex-Saigon, é o centro comercial do sul do Vietnã. Na Faixa de Gaza, na Cisjordânia, um tribunal condenou à morte um palestino que trabalhava com um grupo israelense de defesa dos direitos humanos por colaboração com Israel, disseram ontem fontes judiciais. Haidar Ghanem, da cidade de Rafah (sul da faixa de Gaza), foi acusado de ter “vendido” informações para as forças de segurança de Israel há dois anos, o que teria sido a causa da morte de vários membros do Fatah, o movimento político do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Iasser Arafat, segundo as mesmas fontes. Durante uma coletiva de imprensa organizada pela polícia palestina, Ghanem admitiu ter colaborado com Israel. Ghanem trabalhava com o B’Tselem, uma organização israelense de defesa dos direitos humanos, nos territórios palestinos. O grupo manifestou sua “profunda preocupação” depois da prisão do palestino e afirmou que Ghanem estava investigando os abusos cometidos nos territórios ocupados.

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