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Nº 5714
Internacional

N�mero de mortos em terremoto sobe para 29 em vilarejo da It�lia

Nápolis – Os Bombeiros retiraram ontem os últimos corpos dos escombros de uma escola de San Giuliano di Puglia destruída quinta-feira por um terremoto que matou 29 pessoas, incluindo 26 crianças. Outros tremores atingiram o vilarejo ontem, incluindo doi

Por | Edição do dia 02/11/2002 - Matéria atualizada em 02/11/2002 às 00h00

Nápolis – Os Bombeiros retiraram ontem os últimos corpos dos escombros de uma escola de San Giuliano di Puglia destruída quinta-feira por um terremoto que matou 29 pessoas, incluindo 26 crianças. Outros tremores atingiram o vilarejo ontem, incluindo dois terremotos pouco após as 16h (12h em Brasília), causando pânico na população, que correu às ruas. Partes de edifícios desabaram, levantando nuvens de poeira, mas não ficou claro quantos deles já haviam sido danificados anteontem. Como precaução, os cerca de 1.200 habitantes do vilarejo foram aconselhados a deixar San Giuliano di Puglia, perto de Campobasso, no centro-sul da Itália. Promotores iniciaram uma investigação sobre o desabamento da escola, um dos poucos edifícios do vilarejo destruídos no tremor de ontem, o mais forte na Itália desde 1997, quando terremotos mataram 11 na Umbria. Bombeiros ainda estavam no local quando ocorreu o primeiro tremor de hoje. Pelo menos um bombeiro ficou ferido. O Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia afirmou que o tremor mais forte de hoje atingiu 5,3 graus na escala Richter, quase tanto quanto o tremor de 5,4 graus que destruiu a escola. O chefe dos bombeiros, Mario Morcone, afirmou que o número final de mortos no tremor de ontem era 29, incluindo 26 crianças e uma professora na escola que ruiu e duas mulheres idosas que morreram quando partes de suas casas desabaram. Na manhã de quinta-feira, quando ocorreu o terremoto, havia 56 crianças na escola, além de quatro professoras e dois faxineiros. Muitas das crianças sobreviventes estavam no jardim da escola celebrando o Halloween. No Vaticano, o papa João Paulo 2º ofereceu ontem orações pelas vítimas e palavras de encorajamento aos sobreviventes.

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