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Nº 5750
Internacional

Al Qaeda se responsabiliza por atentado na Indon�sia

Londres e Paris – A Al Qaeda(a rede terrorista patrocinada pelo terrorista Osama bin Laden) assumiu a autoria dos atentados praticados no dia 12 de outubro na ilha indonésia de Bali, que matou mais de 190 pessoas, informou a rede de TV CNN. Em mensagem di

Por | Edição do dia 08/11/2002 - Matéria atualizada em 08/11/2002 às 00h00

Londres e Paris – A Al Qaeda(a rede terrorista patrocinada pelo terrorista Osama bin Laden) assumiu a autoria dos atentados praticados no dia 12 de outubro na ilha indonésia de Bali, que matou mais de 190 pessoas, informou a rede de TV CNN. Em mensagem divulgada num site da internet traduzido pela CNN, a Al Qaeda diz que foram atacadas “discotecas e prostíbulos na Indonésia”. Antes disso, a polícia da Indonésia disse que o proprietário de uma minivan usada nos atentados de Bali confessou ser integrante do grupo responsável pela ação. O chefe de polícia do país, Da’i Bachtiar disse que o homem chama-se Amrozi e é acusado de ter tido uma participação importante no ataque, no qual foram mortas ao menos 184 pessoas, em sua grande maioria estrangeiros. Questionado sobre se Amrozi havia estacionado a minivan cheia de explosivos na frente de uma boate, Bachtiar respondeu: “O grupo conta com várias pessoas e há divisão de tarefas. Obtivemos várias informações com ele, mas ainda temos de cruzá-las com outros dados”. As forças de segurança anunciaram a prisão do proprietário da minivan no começo desta semana. Amrozi é o primeiro suspeito cuja identidade é descoberta. Acordo Os presidentes da França, Jacques Chirac, e dos EUA, George W. Bush, “finalizaram” ontem um projeto de resolução sobre o desarmamento do Iraque, anunciou a porta-voz da presidência francesa. A França deseja que este acordo permita um voto unânime do Conselho de Segurança da ONU hoje em Nova Iorque, disse a porta-voz Catherine Colonna. Chirac “comversou por telefone com o presidente Bush sobre o Iraque para chegar a um acordo sobre os pontos que estavam em suspenso entre a França e os Estados Unidos”, afirmou Colonna. Paris queria se assegurar de que a resolução não permitisse um recurso automático da força caso o Iraque não cumprisse com suas obrigações. “Foi lançada uma dinâmica positiva, e esperamos que se possa conseguir um consenso no Conselho de Segurança durante a votação de amanhã (hoje)”, destacou a porta-voz francesa.

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