Internacional
EUA intensificam seguran�a temendo poss�veis atentados
Nova Iorque ? Desde que os Estados Unidos colocaram o país em estado de alto alerta (cor laranja) na sexta-feira (7), o governo norte-americano adotou táticas de segurança semelhantes às medidas tomadas após os atentados contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, e o Pentágono, nas cercanias de Washington, em 11 de setembro de 2001. Segundo o o jornal ?The New York Times?, o presidente George W. Bush e seu vice, Dick Cheney, são mantidos em locais separados, diante do temor de um possível atentado. No ano passado, foram raras as vezes em que Cheney utilizou esse ?esconderijo? para trabalhar, mas por razões de segurança ele e o presidente Bush adotaram a rotina de manter distância um do outro. Para proteger Washington, aviões de combate, radares de defesa aérea e baterias de lançamento de mísseis foram ativados em volta da cidade, informou a porta-voz do Pentágono, major Brenda Barker. Ela disse que a mobilização em volta da capital dos EUA inclui, em terra, mísseis de defesa aérea Avenger, radares Sentinel, e mísseis Stinger. No ar estão mobilizados helicópteros e caças da força aérea. Medo Uma ponte de Nova Iorque foi interditada brevemente ontem pela polícia por causa de uma ?caminhonete branca suspeita?. No mais recente alerta a abalar a cidade, a polícia ordenou a interdição da ponte Whitestone pouco antes das 10h (13h no horário de Brasília). A ponte, que liga Queens ao Bronx, foi reaberta menos de uma hora depois, disse a polícia. As televisões locais mostraram imagens de uma van branca sendo retirada da ponte. A marinha dos Estados Unidos levou dois leões-marinhos da Califórnia, chamados Alex e Zachary, para ajudar a proteger seus navios nas águas do golfo Pérsico na costa do emirado de Bahrein. Autoridades da Marinha disseram que os leões-marinhos serão usados para localizar e indicar mergulhadores e nadadores que possam ameaçar os navios de guerra em Bahrein, fortaleza da Quinta Frota da Marinha dos EUA. Os leões-marinhos foram treinados para carregar um cinto na boca, que podem prender em uma pessoa suspeita, disse o comandante John Wood, do Comando Central das Forças da Marinha.O cinto é preso por uma linha a um equipamento de flutuação que marca o nadador, que pode ser posteriormente apreendido. Wood não explicou como o cinto funciona e como consegue prender o nadador. ?Eles (os leões-marinhos) são muito valiosos em termos de capacidade e eles estarão salvando vidas?, disse ele.