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Conselho da Nasa descobre causa de acidente com �nibus espacial

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Huston ? O conselho que investiga a perda do ônibus espacial Columbia afirmou que um buraco provocado na camada de alumínio, permitindo que um gás superaquecido escapasse para a asa esquerda, causou a destruição da nave. ?Análises preliminares de um grupo da Nasa, esta semana, indicam que as medições de temperatura vistas na asa esquerda do Columbia durante a re-entrada exigiriam a presença de plasma?, o gás superaquecido que cerca o ônibus durante a volta à atmosfera, afirmou o conselho em um comunicado divulgado na última quinta-feira. A Nasa também divulgou um detalhado mapa mostrando, pela primeira vez, que os sensores do Columbia começaram a detectar sinais de problema quando o ônibus ainda estava sobre o Oceano Pacífico, a 643 quilômetros da costa norte da Califórnia. Observadores na Califórnia viram algo que pareciam pedaços brilhantes caindo do ônibus enquanto ele cruzava o céu.O novo mapa, combinado com a descoberta de que um buraco provocou um incêndio na superfície do ônibus, sugere que as observações da Califórnia carregam importantes pistas da causa do desastre. Teoria subestimada O comunicado do conselho, apresentado pelo ex-administrador Harold W. Gehman Jr., mostra que os engenheiros subestimaram uma teoria sobre o desastre, de que a camada de alumínio não foi rompida, mas que uma telha perdida permitiu que o calor fosse conduzido pela asa, aonde as falhas de sensores deram as primeiras indicações de problema. ?A transferência de calor pela estrutura, assim como a telha perdida, não seriam suficientes para causar as indicações de temperatura vistas nos últimos minutos do vôo?, dizia o comunicado. Em vez disso, afirmou o conselho, apenas um pedaço do plasma, que pode atingir temperaturas de 3 mil graus sob brutais condições durante a re-entrada, poderia ter causado o aquecimento e as falhas que foram detectadas antes de o ônibus se desintegrar no dia 1º de fevereiro.

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