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Submarino dos EUA chega � Coreia

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Nova York, EUA ? O governo sul-coreano confirmou à agências de notícias em Seul que o USS Michigan, um submarino norte-americano armado com mísseis balísticos, chegou ao mar da Coreia do Sul ontem. A embarcação, movida a energia nuclear, foi enviada ao local pelos Estados Unidos para pressionar o governo da Coreia do Norte a desistir de seu programa de armamento nuclear. Até agora, nem a Coreia do Sul nem o governo norte-americano confirmaram se o USS Michigan vai se juntar ao porta-aviões e à esquadra japonesa que participam de exercícios conjuntos no Oceano Pacífico, próximo ao Japão. O submarino foi projetado originalmente para transportar ogivas nucleares, mas, em 2004, foi modificado para carregar armamento de menor porte. Mesmo assim, tem capacidade para lançar até 100 misseis Tomahawk ? arma que tem um alcance de quase 2 mil quilômetros. O envio do submarino ocorre no mesmo dia em que o Exército norte-coreano participou de um exercício de artilharia para marcar os 85 anos da sua fundação. A imprensa sul-coreana divulgou que o líder Kim Jong-Um participou da atividade e que artilharia de longo alcance teria sido testada. Em Seul, altos funcionários dos governos sul-coreano, japonês e norte-americano se reuniram ontem para discutir a tensão bélica na região. Em uma entrevista coletiva, eles disseram que vão trabalhar juntos em três frentes: diplomática, econômica e militar. A imprensa chinesa, entretanto, repercute críticas internas sobre os exercícios militares conjuntos do Japão e dos EUA na região. O governo chinês já pediu algumas vezes mais diálogo e menos ?artilharia?. Internamente, o governo norte-americano se articula junto ao Congresso para discutir um eventual ataque real à Coreia do Norte. Para hoje está prevista uma reunião na Casa Branca, entre o presidente Donald Trump, o secretário de Estado, Rex Tillerson, e uma comitiva de 100 senadores. Eles receberam um resumo do cenário na região e da frente de ação norte-americana e seus aliados. Se a Casa Branca decidir por um ataque, Trump precisará da aprovação do Congresso.

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