Internacional
Trump só aprova diálogo com Coreia se for produtivo
Palm Beach, EUA ? Apesar da expectativa de um encontro em maio com o ditador norte-coreano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ontem que uma campanha de pressão máxima sobre o país continuará até que Pyongyang se desnuclearize. Em entrevista coletiva ao lado do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em seu resort Mar-a-Lago, na Flórida, Trump disse não esperar muito de sua reunião com Kim Jong-un, mas que espera ver as ?duas Coreias juntas e em paz?. ?Esperamos ver o dia em que toda a Península da Coreia possa viver unida, com segurança, prosperidade e paz?, disse Trump, ao lado de Abe. Em junho de 1950, o Exército norte-coreano cruzou o paralelo que marca a divisão entre as Coreias do Sul e do Norte e se apoderou de Seul em três dias. A guerra, na qual os EUA apoiaram a província do Sul (e a China, a do Norte), deixou cerca de 4 milhões de mortos. Em julho de 1953, um armistício foi assinado, mas sem acordo de paz.