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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Confrontos no Egito deixam 30 mortos

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O homem chamado de número dois do grupo islâmico Irmandade Muçulmana foi detido ontem (madrugada de sábado, horário local) no Egito, que registra, segundo a agência Reuters, um total de 30 mortos em confrontos entre apoiadores e opositores ao regime do presidente Mohammed Morsi, deposto do cargo na quarta-feira pelo exército do país. Segundo a agência, 13 pessoas morreram na cidade de Alexandria, onde há também 200 feridos. No Cairo, a informação é de que há 17 mortos. Foram ouvidos disparos, e pedras são jogadas de um lado para o outro. Há barricadas na Ponte 6 de Outubro, sobre o Rio Nilo. BADIE Mais cedo, militares dispararam contra um grupo de islamitas que tentava se aproximar do local onde Morsi estaria sendo mantido sob cativeiro. Pelo menos três pessoas morreram. O líder da Irmandade Muçulmana, Mohammed Badie, reapareceu em um comício do grupo islâmico no Cairo, e pediu que Morsi seja reinstalado no cargo. Com um helicóptero militar logo acima da multidão, Badie pediu que o exército não atirasse contra seu próprio povo e disse que as manifestações eram mais fortes que os tanques. Mais cedo, ele pediu que as manifestações continuassem até que a Irmandade levasse Morsi sobre seus ombros. O presidente segue sob custódia militar desde o golpe. SENADO Ontem, o presidente interino do Egito, Adly Mahmud Mansour, dissolveu por decreto o Senado, dominado pelos islamitas, dois dias após o golpe militar que derrubou o presidente Mohammed Morsi. A TV estatal também anunciou que Mansour indicou Mohamed Ahmed Farid como novo chefe dos serviços de inteligência. ?

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