Internacional
Obama pede união contra o terror

São Paulo O presidente americano, Barack Obama, reafirmou ontem a necessidade de que os países ajam unidos contra a milícia terrorista Estado Islâmico e disse que os extremistas só entendem a linguagem da força. Em discurso na Assembleia Geral da ONU, Obama ressaltou o papel da coalizão de 40 países liderada pelos EUA que combate a facção no Iraque e na Síria. Não há negociação. A única língua entendida por esses assassinos é a força, disse Obama, dois dias depois de iniciar os ataques aéreos às regiões controladas pelo EI na Síria. O presidente declarou ainda que, embora o terrorismo não seja novo, os terroristas estão mais letais com acesso à tecnologia. Hoje, peço ao mundo que se junte nesse esforço. Nós não vamos sucumbir às ameaças e vamos mostrar que o futuro pertence àqueles que constroem, não aos que destroem, disse na ONU. Os que se juntaram ao Estado Islâmico devem deixar o campo de batalha enquanto ainda podem, ameaçou o presidente americano. Não vamos tolerar portos seguros de terroristas nem vamos agir como uma ocupação, afirmou. Vamos agir contra ameaças à nossa segurança e à de nossos aliados e formular uma arquitetura de cooperação contraterrorista, enfatizou. A brutalidade dos terroristas na Síria e no Iraque nos força a examinar o coração das trevas, disse Obama.