Internacional
Entorno de promotor está por trás de crime, diz secretário

Buenos Aires Aliados da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disseram que pessoas do entorno do promotor Alberto Nisman, encontrado morto no domingo (18) dias depois de denunciar Cristina, estão por trás do suposto assassinato dele. O secretário da presidência, Aníbal Fernandez, disse que Nisman não está morto por casualidade. [A morte] está ligada à mesma razão pela qual o fizeram vir [da Europa no meio das férias], a mesma pela qual o fizeram apresentar uma denúncia com essa característica. Fernandez afirmou que trabalhou com Nisman. Sei que ele era um homem formado e com experiência em direito, não poderia ter escrito essa bobagem [a denúncia]. Há alguém do entorno dele com outros interesses, afirmou. Quando perguntado quem seria, ele respondeu que Nisman servia primeiro vivo, para apresentar a denúncia, e depois seguramente servia morto -discurso em sintonia com um texto que a presidente Cristina Kirchner publicou. Fernandez não cita a quem interessaria ter Nisman morto, mas Cristina já acusou o ex-chefe da inteligência do governo, Horacio Stiusso, de ter passado a Nisman informações falsas para dar sustentação à denúncia contra Cristina.