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Reunião termina sem acordo sobre a Síria

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São Paulo, SP O Grupo Internacional de Apoio à Síria (GISS), dirigido por Estados Unidos e Rússia, não conseguiu nenhum avanço ontem, em Viena, sobre a paz no país, onde combates entre facções rebeldes deixaram dezenas de mortos perto de Damasco. As potências mundiais e países vizinhos da Síria, reunidos para tentar relançar as negociações para uma eventual transição política, não conseguiram fixar uma data nem reforçar o instável cessar-fogo entre o regime de Bashar al-Assad e grupos insurgentes. Em terra, ao menos 50 combatentes e dois civis morreram ontem em confrontos entre grupos rebeldes no Leste de Damasco, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). Os combates não param há três semanas na Ghuta Oriental, o reduto mais importante da rebelião na província de Damasco, entre o influente grupo de inspiração salafista Jaish al-Islam e as facções dirigidas pelo braço local da Al-Qaeda, a Frente al-Nosra. Nas últimas semanas, esses confrontos deixaram 500 combatentes e uma dezena de civis mortos, segundo o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman. É uma verdadeira luta pelo poder entre as duas facções, indicou Rahman à AFP. Em Viena, o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, afirmou que não voltará a convidar o regime de Assad nem a oposição para novas negociações enquanto não houver um cessar-fogo crível. Já o secretário de Estado americano, John Kerry, declarou que o GISS concordou em dizer que poderia haver consequências para as partes que violarem a trégua e prometeu manter a pressão sobre Assad. Seu colega russo, Serguei Lavrov, reiterou a posição da Rússia de apoiar o exército do regime em sua luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que controla extensas áreas do país.

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