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Obama aprofunda aliança com Japão indo a Hiroshima

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São Paulo, SP Barack Obama se tornou, ontem, o primeiro presidente dos Estados Unidos a visitar Hiroshima desde o primeiro bombardeio atômico do mundo, em agosto de 1945. Em seu discurso no Memorial da Paz de Hiroshima, o americano não se desculpou pelo bombardeio e afirmou que o mundo tem a responsabilidade coletiva de olhar diretamente para a história e questionar o que deve ser feito para evitar que se repita o sofrimento causado 71 anos atrás. Segundo o presidente americano, o ataque atômico demonstrou que a humanidade era capaz de se destruir. Obama disse que esta é uma oportunidade para honrar a memória de todos os que morreram durante a Segunda Guerra Mundial. É uma oportunidade para reafirmar nosso compromisso com a busca da paz e da segurança e de um mundo em que as armas nucleares não sejam mais necessárias. O americano lembrou não apenas as vítimas americanas e japonesas, mas também as coreanas. Pode ser que não consigamos eliminar a capacidade humana de provocar o mal. Então, as nações e alianças que formamos devem ter instrumentos para se defender. Mas, entre as nações, como a minha, que têm um estoque de armas nucleares, é preciso ter coragem para escapar da lógica do medo e perseguir um mundo sem elas, disse Obama ao final do discurso. Os governos de Washington e Tóquio têm esperança de que a visita de Obama aprofunde a aliança entre as nações e dê ânimo aos esforços para abolir as armas nucleares. Mesmo antes de ocorrer, a visita gerou debate, com críticos acusando ambos os lados de ter memória seletiva e apontando paradoxos na política nuclear.

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