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Rússia encontra destroços do avião militar que caiu domingo

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Paris, França Vários destroços da aeronave russa Tupolev-155, que caiu no mar Negro com 92 pessoas a bordo, no domingo (25), foram encontrados ontem, de acordo com o Ministério Russo de Emergência. Em torno de 150 fragmentos foram localizados a 27 metros de profundidade, a cerca de mil milhas da costa, segundo Rimma Thernova, porta-voz da equipe de resgate baseada na estação balneária de Sotchi, um resort russo no Mar Negro. Também já foram localizados onze corpos, de acordo com o Ministério da Defesa do país. As operações de busca envolvem 32 navios, cinco helicópteros, um avião e drones. Além disso, 80 mergulhadores foram enviados à área do acidente e 100 serão enviados em breve. O avião militar russo caiu pouco depois da decolagem em Sotchi. A aeronave ia para Síria. FALHA O Ministério dos Transportes da Rússia afirmou ontem que a queda da aeronave aconteceu provavelmente devido a um erro do piloto ou a uma falha técnica. As informações são da Agência Ansa. A aeronave Tupolev-155 levava 92 pessoas, entre tripulação e passageiros, e havia partido de Sóchi, na Rússia, com destino a Latakia, na Síria, onde os 64 membros do Coral do Exército Russo que estavam à bordo fariam uma apresentação na noite do Ano Novo para as tropas que estão na área. Além deles, estavam no avião outros militares e nove jornalistas. No domingo, as autoridades russas já haviam descartado a possibilidade da queda se tratar de um atentado terrorista, opção que depois foi novamente analisada. O Ministério dos Transportes russo afirmou que o piloto do avião, Roman Volkov, era muito experiente e tinha mais de 3 mil horas de voo e que a aeronave sinistrada tinha 33 anos. De acordo com o vice-presidente da Comissão Parlamentar sobre a Política Econômica, Serghiei Kalachnikov, a idade avançada do avião não significa que o mesmo não funcionava bem. Trinta e três anos é um bom tempo, mas não é crítico, declarou ele à imprensa.

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