loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
Maceió, AL
23° Tempo
Home > Internacional

Internacional

Venezuela terá greve nacional

Ouvir
Compartilhar
Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Whatsapp

Caracas, Venezuela Os líderes da oposição venezuelana estão convocando uma greve nacional de 24h a partir de quinta-feira, 20, com a intenção de protestar contra os planos do governo de Nicolás Maduro para reescrever a Constituição do país e consolidar seu poder político. A Assembleia Nacional, controlada pela oposição, também disse que irá nomear novos membros da Suprema Corte do país um movimento que deve ser bloqueado por Maduro. O tribunal é controlado por juízes que são leais ao Partido Socialista do presidente. A oposição está pedindo ao governo que cancele as eleições de 30 de julho, quando a população escolherá os membros de uma Assembleia Nacional Constituinte, a fim de refazer o sistema político venezuelano. CONSULTA POPULAR A oposição disse que mais de 7,1 milhões de pessoas votaram em uma consulta popular realizada no último domingo, oferecendo uma rejeição simbólica ao plano do presidente Nicolás Maduro de alterar a Constituição do país. A votação foi prejudicada pela violência, que deixou uma mulher de 61 anos morta e outras quatro pessoas feridas por tiroteios, que ocorreram após apoiadores do governo Maduro entrarem em uma igreja no oeste de Caracas. Para a oposição, os 7.168.170 eleitores que foram às urnas na Venezuela e em todo o mundo foi uma impressionante demonstração de apoio. No entanto, o resultado ficou aquém da exibição da oposição de 7,7 milhões de votos nas eleições legislativas de 2015 e dos 7,5 milhões de votos que levaram Nicolás Maduro ao poder, em 2013. Eu pensei que teríamos um comparecimento maior, disse a opositora Mariela Arana. Mas esses sete milhões de pessoas falaram e muito alto. David Smilde, especialista da Universidade de Tulane, na Venezuela, disse que o resultado provavelmente reunirá a comunidade internacional ainda mais fortemente contra a votação de 30 julho, que Maduro convocou para eleger membros da Assembleia Constituinte.

Relacionadas