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EUA confirmam: vice-prefeito de Bagd� � assassinado a tiros

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Bagdá e Cabul ? O vice-prefeito de Bagdá, Faris al Assam, foi morto a tiros no domingo (26), disseram ontem autoridades da coalizão liderada pelos EUA que ocupa o Iraque. Elas afirmaram que Al Assam estava perto de sua casa, na capital iraquiana, quando homens armados atiraram contra o vice-prefeito e fugiram. ?Al Assam estava completamente comprometido com o bem-estar dos cidadãos de Bagdá e o futuro da cidade?, declarou Hank Bassford, coordenador da região de Bagdá para a administração liderada pelos EUA. ?Enquanto estamos de luto pela perda de um patriota iraquiano, aqueles que cometeram esse covarde ato devem saber que nós não vamos ser dissuadidos de completar a nossa missão?, declarou. Guerrilhas iraquianas lançam ataques diários contra as tropas americanas no país. Iraquianos que trabalham com as forças de ocupação, como políticos e policiais, também são alvos frequentes dos ataques. Rebeldes No Afeganistão, um ataque aéreo das forças lideradas pelos EUA matou 22 rebeldes do antigo regime Talibã e da rede terrorista Al Qaeda na Província de Paktika, no sul do Afeganistão, afirmou ontem o governador do região, Mohammed Ali Jalali. A equipe aérea foi chamada depois que um grupo de fugitivos do Talibã e da Al Qaeda lançou mísseis e atirou contra uma base usada por tropas lideradas pelos EUA e seus aliados afegãos em Shkin, perto da fronteira do Paquistão, no sábado (25), declarou Jalali. O governador disse também que ouviu rumores sobre a morte de dois soldados dos EUA, mas militares norte-americanos no Afeganistão ainda não confirmaram a informação. ?Os 22 corpos com certeza eram de rebeldes do Talibã e da Al Qaeda que foram mortos no bombardeio?, afirmou Jalali. O confronto ocorreu separadamente do combate no distrito de Gomal, em Paktika, na sexta-feira (24), que matou 20 supostos militantes da Al Qaeda e do Talibã, incluindo árabes e tchetchenos, segundo Dawlat Khan, chefe de polícia de Paktika. Mais de 350 pessoas, incluindo civis, rebeldes, soldados estrangeiros e do governo, foram mortas no Afeganistão desde agos-to.

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