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Internacional

Bush: mundo est� sob risco de ataque nuclear

(Agência Folha) - O presidente dos EUA, George W. Bush, disse ontem que a maior ameaça do mundo atual é a possibilidade de um ataque terrorista secreto e inesperado com armas de destruição em massa (químicas, biológicas e nucleares). “Os EUA não permitirã

Por | Edição do dia 12/02/2004 - Matéria atualizada em 12/02/2004 às 00h00

(Agência Folha) - O presidente dos EUA, George W. Bush, disse ontem que a maior ameaça do mundo atual é a possibilidade de um ataque terrorista secreto e inesperado com armas de destruição em massa (químicas, biológicas e nucleares). “Os EUA não permitirão que terroristas e regimes perigosos nos ameacem com as armas mais perigosas do mundo”, disse Bush. Em discurso na Universidade Nacional de Defesa, em Washington, Bush defendeu que o mundo se una para impedir que algum novo país domine o processo nuclear, ainda que para fins civis. Ele alertou especificamente países a desistir de obter equipamentos e tecnologia para enriquecer urânio ou reprocessar plutônio, mesmo que a intenção seja de utilizá-los para fins pacíficos. Para Bush, esse seria o primeiro passo para que países considerados perigosos pelos EUA adquirissem armas nucleares. No momento, os EUA pressionam a Coréia do Norte e o Irã a abandonar suas pretensões nucleares. A Líbia anunciou no final do ano que desistira do propósito.. Em seu discurso, Bush deixou claro que não está satisfeito com o trabalho da Agência Internacional de Energia Atômica, órgão da ONU cuja missão é implementar os tratados de não-proliferação de armas nucleares. De acordo com tratados internacionais, a proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas está banida em todo o mundo. O presidente propôs a criação de um comitê especial para garantir que os países do mundo cumprirão suas obrigações, justamente o trabalho da AIEA. e pediu que países contribuíssem com mais recursos para salvaguardar a segurança dos arsenais nucleares da Rússia e de outras repúblicas que integravam a União Soviética. Os EUA temem que armas da ex-URSS acabem nas mãos de terroristas.

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