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Saiba mais sobre a Al Qaeda e o ETA

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Al Qaeda Rede terrorista fundada em 1989 pelo saudita Osama bin Laden, começou a operar no Afeganistão em 1996. Segundo estimativas, integrantes vão de centenas a milhares, na maioria muçulmanos. A rede é apoiada por muçulmanos que criticam a influência dos EUA sobre governos árabes, que afirmam que seu modo de vida é ameaçado pela cultura popular ocidental e que se ressentem da forma como Israel trata os palestinos Acredita-se que a Al Qaeda tenha uma estrutura hierárquica, com uma cúpula e várias células operacionais. Bin Laden seria o líder da rede, que é organizada segundo princípios de sigilo e segurança. As células geralmente são pequenas e os membros de uma em geral não sabem das atividades de outra. Células podem permanecer inativas durante vários anos, ou apenas participar de atividades islâmicas pacíficas. Acredita-se que Bin Laden tenha herdado cerca de US$ 300 milhões de seu pai, mas não se sabe quanto do seu patrimônio ele pôde levar quando teve sua cidadania revogada pela Arábia Saudita. Suspeita-se que a rede estaria envolvida com o tráfico de drogas.. O egípcio Ayman al Zawahiri seria o ?número 2? da rede comandada por Bin Laden.O egípcio Ayman al Zawahiri seria o ?número 2? da rede comandada por Bin Laden. ETA O ETA (sigla em língua basca para Euzkadi Ta Azkatasuna, Pátria Basca e Liberdade) luta para formar uma entidade independente no País Basco, região que compreende uma porção do nordeste da Espanha e uma pequena parte do sudoeste da França. O grupo terrorista se originou do Partido Nacionalista Basco, fundado em 1894 e que conseguiu sobreviver na clandestinidade sob o governo do ditador Francisco Franco (1939-1975). Em 1959, alguns membros da legenda, descontentes com a rejeição do partido à luta armada, fundaram o ETA. Em 1966, o grupo dividiu-se em duas alas: uma ?nacionalista?, com o objetivo de atingir a autonomia basca, e outra ?ideológica?, marxista-leninista, que defendia o uso de sabotagem e, a partir de 1968, de assassinatos para conseguir a independência. Após a morte de Franco, em 1975, os governos democráticos espanhóis tomaram medidas para conceder autonomia às Províncias bascas e para conceder anistia aos membros do ETA que renunciassem ao terrorismo. No entanto, o número de atentados cresceu e cerca de 850 pessoas morreram em 30 anos de luta armada. Em 1999, o ETA anunciou que retomava a luta armada devido à ?repressão? dos governos da Espanha e da França e ao fracasso de se criar um Estado basco independente.

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