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Ataque e confrontos matam mais 70 no Iraque

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Um carro-bomba explodiu ontem perto do mais importante posto de controle policial no centro de Bagdá (capital do Iraque), atingindo um comboio da polícia iraquiana. O ataque matou ao menos cinco pessoas e feriu 30, segundo informações do Ministério da Saúde iraquiano. Em outras ações, em Bagdá e Fallujah (50 km da capital iraquiana), confrontos entre soldados dos Estados Unidos e rebeldes acusados de ligação com o terrorista jordaniano Abu Musab al Zarqawi, acusado pelos EUA de ter laços com a Al Qaeda, de Osama bin Laden, deixaram dezenas de pessoas mortas e outras feridas - 17 deles crianças e mulheres. Na última terça-feira (14), uma forte explosão perto de uma delegacia de polícia, também no centro de Bagdá, matou 47 pessoas, tornando-se no mais mortífero ataque individual dos últimos seis meses. De acordo com informações de fontes do governo, o número de vítimas do carro-bomba de ontem deve ser muito maior devido ao número de pessoas que estavam no local na hora da explosão, aumentando também o número de mortos. A explosão, que ocorreu às 12h45 (5h45 de Brasília), formou uma grande coluna de fumaça através do lado leste do rio Tigre. Ambulâncias e carros de polícia se dirigiram ao local, que foi cercado por forças dos EUA. O comando americano não tinha detalhes a respeito da explosão. Fallujah Ao mesmo tempo, forças dos EUA encurralaram grupos de insurgentes acusados de pertencerem à rede terrorista Al Qaeda. Ambas ações, em Fallujah e Bagdá, deixaram ao menos 44 mortos, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde e de fontes do governo. Os confrontos ocorreram um dia após dois americanos e um britânico terem sido seqüestrados. As vítimas foram tiradas de suas casas por homens armados. Ao menos outros quatro civis estrangeiros encontram-se seqüestrados: dois franceses e duas italianas.

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