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Rela��es internacionais est�o agravadas

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| FOLHA ONLINE Com agências internacionais A invasão de uma prisão palestina em Jericó por Israel e as promessas de retaliação dos palestinos servem para elevar um pouco mais a tensão já existente nas relações entre os dois lados no Oriente Médio. O líder palestino Mahmoud Abbas interrompeu uma viagem à Europa e condenou a invasão, assim como observadores internacionais que monitoravam a cadeia. Os 11 estrangeiros seqüestrados por palestinos numa primeira retaliação ao ataque à prisão foram libertados. Os europeus, em especial, estão acostumados a ser bem recebidos na região, em parte porque muitos palestinos acreditam que eles estão do seu lado. Mas esSa atitude está mudando. Visto de uma perspectiva palestina, é como se os europeus estivessem unidos aos que são contra eles. Primeiro vieram as charges satirizando o profeta Maomé num jornal dinamarquês. Depois os europeus reagiram negativamente ao resultado das eleições palestinas. E agora isso. A ameaça de mais seqüestros vai ser agora muito preocupante para estrangeiros que estão nos territórios palestinos. Mas não é a mesma situação encontrada no Iraque. O temor é que algum dia os seqüestrados nos territórios palestinos não sejam mais libertados sãos e salvos. Houve acusações de conivência com os israelenses em relação ao momento da retirada dos monitores britânicos e norte-americanos da prisão. Mas, até agora, não há provas que isso tenha acontecido realmente. O Reino Unido afirma categoricamente que informou à Autoridade Nacional Palestina (ANP) há alguns dias que isso iria acontecer. Os israelenses também foram informados, como previsto nos termos do acordo que define como a prisão é organizada. Certamente os palestinos não estavam cumprindo as regras que deveriam para dirigir a prisão. A questão agora é saber o que vai fazer a Frente Popular para a Liberação da Palestina, grupo ao qual pertence o militante palestino Ahmed Saada, que foi do retirado da prisão. O grupo já disse que vai retaliar contra Israel.

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