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Captura de Maduro

Trump diz que foi a maior ação dos EUA desde a 2ª Guerra

Presidente americano afirma que operação foi conduzida sob sigilo extremo para evitar vazamento de informação

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Trump acompanhou toda a operação de sua casa na Flórida
Trump acompanhou toda a operação de sua casa na Flórida | Foto: Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, detalhou no domingo (4) a operação militar que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, classificando a ofensiva como a maior ação das Forças Armadas americanas desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo Trump, a operação foi conduzida sob sigilo extremo para evitar vazamentos de informação, que ele atribuiu ao Congresso dos EUA.

Trump disse que houve forte resistência por parte de forças leais ao governo venezuelano e risco de retaliação durante o avanço das tropas. Ele afirmou que o líder venezuelano tentou alcançar um local considerado seguro, mas não conseguiu. “Havia muita resistência, muitos tiros. Ele tentou chegar a um abrigo de aço, mas nossos homens foram rápidos. Ele chegou até a porta, mas não conseguiu fechá-la”, relatou, acrescentando que o acesso teria sido rompido em poucos segundos, independentemente da espessura do material.

O presidente americano afirmou que Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram detidos “em questão de segundos”, sem possibilidade de reação. Em entrevista à Fox News, Trump disse ter acompanhado a ofensiva de sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, comparando a operação a “assistir a um programa de TV”. Ele reiterou que nenhum militar dos Estados Unidos morreu durante a ação.

Do lado venezuelano, o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López, afirmou que grande parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro foi morta durante a ofensiva. Em pronunciamento transmitido pela televisão, o militar classificou a ação como um “assassinato a sangue frio” e um “sequestro covarde”, embora não tenha informado o número de mortos.

Relatos de jornalistas indicam que, nas primeiras horas de sábado (3), explosões foram ouvidas em Caracas e em ao menos outros três estados do país, com intenso sobrevoo de aeronaves e bombardeios de grande magnitude na capital.

O governo de Cuba informou que pelo menos 32 cubanos morreram durante os ataques dos Estados Unidos à Venezuela.

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