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Narcotráfico

México confirma morte de braço direito de El Mencho

“El Tuli” era operador logístico-financeiro e homem de confiança do líder de cartel

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Morte do traficante “El Mencho” espalhou o caos pelo México
Morte do traficante “El Mencho” espalhou o caos pelo México | Foto: Divulgação

Durante coletiva de imprensa dada por integrantes do governo do México, na segunda-feira (23/2), o general Ricardo Trevilla Trejo, titular da Secretaria da Defesa Nacional, afirmou que o “braço direito” de Nemesio Oseguera Cervantes (El Mencho), Hugo “H”, conhecido como “El Tuli”, também morreu na operação das Forças Armadas que acabou com a morte do líder do Cartel Jalisco Nova Geração.

Trejo afirmou que Tuli tentou escapar de carro em El Grullo, Jalisco, após atacar militares, mas acabou morrendo no confronto. Além de armas e munição, o narcotraficante ainda tinha consigo sete milhões e 200 mil pesos e quase um milhão de dólares em dinheiro.

Segundo o jornal mexicano El Universal, Tuli ainda coordenava bloqueios de estradas e ataques contra as Forças Armadas e ofereceu até 20 mil pesos por cada soldado morto.

“EL MENCHO”

O morte de “El Mencho” espalhou caos pelo México. Ele foi morto durante uma operação das Forças Armadas do México na cidade de Tapalpa, no estado de Jalisco. El Mencho é o fundados do Cartel CJNG, que se tornou o mais poderoso e violento do país após a prisão de líderes do Cartel de Sinaloa.

De acordo com autoridades mexicanas, a captura do traficante de 59 anos ocorreu após um encontro romântico facilitar a localização. A morte do megatraficante, acusado de contrabandear fentanil do México para os Estados Unidos, provocou uma onda de retaliações por parte do Jalisco Nova Geração.

Fechamento de estradas, ataques militares da Guarda Nacional, tentativa de tomada do Aeroporto Internacional de Guadalajara, e o anúncio de uma recompensa de US$ 1 mil dólares por cada militar mexicano morto. Estas foram alguma das ações de traficantes ligados ao CJNG em resposta à morte de El Mencho.

ARMAS

O secretário de Defesa do México, Ricardo Trevilla Trejo, revelou nessa segunda-feira (23) que cerca de 80% das armas apreendidas em operações contra os cartéis de drogas no país são de origem norte-americana.

Segundo Trevilla, das quase 23 mil armas confiscadas durante o governo da presidente Claudia Sheinbaum, a maioria pertencia aos Estados Unidos.

“Até o momento, esta administração apreendeu 23 mil armas. Dessas, 80% são de origem americana”, disse o secretário.

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