Internacional
Zelaya volta para Honduras, mas recua
Minutos depois que o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, desafiou uma ordem de prisão e entrou brevemente em território hondurenho, a vice-chanceler do governo interino do país, Marta Lorena Alvarado, disse que ele assumia a responsabilidade por um possível derramamento de sangue e leu na rede CNN em espanhol um comunicado de sete pontos denunciando a interferência estrangeira no país e afirmando que considera que as negociações mediadas pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias, continuam. A proposta de Arias prevê o retorno de Zelaya, deposto em 28 de junho, à Presidência, à frente de um governo de união nacional. Pouco antes, o chanceler do governo interino, Carlos Lopez Contreras, afirmou que há 85% de chance de que essa proposta seja aceita, e de que o governo aceitaria a antecipação das eleições presidenciais, de novembro para outubro, como propõe Arias, se houver uma forma legal de fazê-lo. ///