loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
terça-feira, 14/07/2026 | Ano | Nº 6266
Maceió, AL
25° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Internacional

Colômbia

Exército resgata 39 pessoas sequestradas por guerrilha

Durante operação, dois militares foram mortos pelos rebeldes

Ouvir
Compartilhar
Imagem ilustrativa da imagem Exército resgata 39 pessoas sequestradas por guerrilha
| Foto: Reprodução

O Exército da Colômbia resgatou 39 pessoas que tinham sido sequestradas pelo Exército de Libertação Nacional (ELN), na região de Chocó, localizada no oeste do país. A informação foi divulgada pelo general Hugo Alejandro López Barreto, comandante das Forças Armadas colombianas.

Durante a operação dois militares, identificados como Elibert Ducuara Mosquera e Jean Carlos Vallejo, foram mortos pelos rebeldes.

“Graças à rápida e decidida ação do Exército da Colômbia, nossos 39 compatriotas recuperaram sua liberdade e foram transferidos de helicóptero para as instalações da Brigada Nº 15, em Quibdó, Chocó”, disse López Barreto em um comunicado divulgado na rede social X.

Mais cedo, autoridades colombianas denunciaram o sequestro do grupo de civis por membros do ELN. O grupo guerrilheiro, que não participou do acordo de paz entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) há dez anos, continua ativo no país.

Estimativas apontam que o Exército de Libertação Nacional conta com aproximadamente 6 mil combatentes. A organização guerrilheira mantém forte atuação no nordeste e sudoeste.

Desde o ano passado, o ELN e facções dissidentes das FARC protagonizam uma onda de violência que assusta a Colômbia. As disputas estão concentradas, principalmente, em regiões de fronteira e nas áreas ricas em minerais.

Antes mesmo de assumir o poder, o novo presidente do país, Abelardo de la Espriella, prometeu combater as guerrilhas ainda ativas na Colômbia — como o Exército de Libertação Nacional.

Enquanto isso, Gustavo Petro, que vive os últimos dias de seu mandato, buscou negociar um acordo com o ELN semelhante ao firmado entre as FARC e o governo da Colômbia em 2016. As discussões não avançaram.

Relacionadas