loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
terça-feira, 25/08/2026 | Ano | Nº 6296
Maceió, AL
21° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Internacional

GUERRA NO IRÃ

Netanyahu afirma que Irã tentou matar um de seus filhos

Declaração foi feita a dois meses de eleição em Israel

Ouvir
Compartilhar
Netanyahu fez a afirmação em entrevista por telefone
Netanyahu fez a afirmação em entrevista por telefone | Foto: — Divulgação

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (24) que o Irã tentou matar um de seus filhos, mas não deu detalhes sobre quando a suposta conspiração ocorreu, qual deles foi o alvo ou quão perto esteve de ser executado.

Netanyahu, cuja coalizão aparece atrás nas pesquisas de opinião a dois meses das eleições gerais de 27 de outubro, fez a afirmação em entrevista por telefone ao Canal 14 de Israel.

Ele respondia a questionamentos sobre a recusa de uma das agências de segurança israelenses em fornecer proteção a um rival político antes da votação nacional.

"Quanto aos meus filhos, há algo que considero bastante inacreditável, sim. O Irã teve um dos meus filhos como alvo. O Irã tentou matar, assassinar um dos meus filhos", disse o primeiro-ministro ao canal conservador, conhecido por sua cobertura favorável ao governo.

Shorts Youtube

"O Irã tentou assassinar um dos meus filhos e, portanto, essa proteção de segurança não é um luxo", afirmou, sem fornecer mais detalhes sobre a suposta conspiração.

Não ficou claro de imediato a qual dos filhos ele se referia. Yair, o filho mais velho de Netanyahu, mora em Miami.

Procurada, a missão do Irã na ONU, em Nova York, não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

O primeiro-ministro também afirmou ter dito ao chefe da agência de segurança Shin Bet, David Zini, que qualquer candidato a primeiro-ministro deveria receber proteção adequada.

A imprensa israelense havia noticiado anteriormente que Zini se recusou a fornecer segurança a Gadi Eisenkot, principal opositor de Netanyahu, e informou à autoridade eleitoral do país que não havia nenhuma conspiração para feri-lo.

Relacionadas