José Elias
Confira os destaques da política alagoana #JE01122021
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FIM DA NATUREZA PRODUZ FOME, VIOLÊNCIA E PODER EXAGERADO
Mês das festas, agradecimentos ao Menino Jesus, abrem-se as cortinas para celebrações do começo do Ano Novo. Mas o desastre generalizado infelicita o mundo pela ganância dos homens, que enfrentam a natureza com os olhos fixados em vantagens. Como cego em tiroteio, o Brasil parece viver os últimos dias com a miséria pedindo socorro nas ruas. Primeiro de dezembro, a fome toma conta do planeta e, nas decisões do poder, a máquina passa por cima do povo. Braços cruzados, aqui em Alagoas, cenas de cortar corações se registram, ao vivo, nos grotões onde os governos ainda não chegaram. Mãos estendidas não têm respostas e, assim, o voto e o abandono se misturam na procissão dos miseráveis. Década de 70 pra cá, Bebedouro, Pinheiro, Tabuleiro, Vergel, Jacintinho experimentavam o auge da paz, apesar das dificuldades naturais. Braga Neto, Edberto Ticianelli, Galba Novaes de Castro, Mironildes Peixoto formatavam corrente em defesa da capital. Carlinhos Três Irmãos em Paripueira, Severino Leão em Arapiraca e Nivaldo Jatoba em São Miguel seguravam a onda nos municípios.