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Confira os destaques da economia alagoana #MA16022021

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Por Edivaldo Junior | Edição do dia 16/02/2021 - Matéria atualizada em 15/02/2021 às 21h45

Governo

A Assembleia Legislativa pode, num cenário inédito, lançar 3 candidatos diferentes ao governo. E todos com chances de vitória. No momento, cinco nomes circulam com força nos bastidores: Marcelo Victor, Paulo Dantas, Davi Davino Filho, Antônio Albuquerque e Jó Pereira. Destes, o mais provável é que dois disputem a sucessão Renan Filho. Um quadro com três candidatos também é possível.


Possibilidades

O deputado estadual Antônio Albuquerque (PTB) teria, isoladamente, a maior força política. Seu partido elegeu 14 prefeitos e ele ainda tem um filho deputado federal (Nivaldo Albuquerque). O parlamentar tem dito que é candidato majoritário, podendo disputar governo ou Senado. Mas nada impede uma composição para vice-governador.


Depende

Marcelo Victor (SD) disputaria o governo numa situação bem específica. O plano seria assumir o governo a partir do eventual afastamento de Renan Filho em abril de 2022. E, com a caneta na mão, disputar a reeleição. Nesse projeto teria ao seu lado ao menos 20 deputados estaduais.


Também depende

Paulo Dantas (MDB) pode percorrer o mesmo caminho de Marcelo Victor, desde que o grupo do atual presidente da Casa entenda – mais à frente – que seu nome seria mais viável eleitoralmente. Para deixar claro, Paulo assumiria o governo e disputaria a reeleição com apoio de MV e da ALE.


Caminho próprio

Davi Davino Filho (PP) tem dois caminhos. Devido à maior densidade eleitoral, pode ser o nome do grupo de Marcelo Victor, mas também pode disputar a eleição pelo PP, com apoio de Arthur Lira, ainda que não assuma o governo numa eleição indireta. Jó Pereira, mesmo no MDB, seria a outra opção do PP. Próxima de Arthur Lira, mulher, com forte atuação no legislativo, a deputada também é lembrada para uma disputa ao Senado.


Retomada

O sistema de cooperativa pode mudar a realidade do setor sucroenergético e é uma das apostas da Associação dos Plantadores de Cana de Alagoas (Asplana) para a retomada do setor. A Instituição mira usinas desativadas localizadas na região Norte de Alagoas para resgatar a competitividade e barrar a perda de cana de divisa para Pernambuco.


Safra

Com mais de 860 mil toneladas de cana processadas até a primeira semana de fevereiro, a usina da Cooperativa Pindorama deve concluir a safra 20/21 com uma variação positiva de até 5% em comparação ao ciclo passado, beneficiando mais de 940 mil toneladas de cana.


Primeira

A unidade industrial foi a primeira a iniciar a safra em Alagoas, na segunda quinzena de agosto de 2020, dando o pontapé inicial para o novo ciclo da cana no Estado. “Poderíamos chegar a ter uma moagem maior. Mas, ainda sentindo o reflexo da safra anterior, que foi atingida pela seca, houve uma redução na estimativa inicial de crescimento, que era de 10%. Mas, mesmo assim, vamos crescer”, declarou Klécio Santos, presidente da cooperativa.

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