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Confira os destaques da economia alagoana #MA03122024
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ATR
Após amargar uma redução superior a 9% em outubro, o preço do ATR reagiu em novembro – puxado por mais embarques de açúcar VHP para o mercado mundial – com uma variação positiva de crescimento de 6,6% face ao mês anterior.
Preço
O Conselho de Produtores de Cana-de-Açúcar e Etanol dos Estados de Alagoas e Sergipe (Consecana-AL/SE) informou que o Açúcar Total Recuperável (ATR), o preço líquido do ATR em novembro foi de R$ 1,4677.
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Mundial
Com base nos dados repassados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada / Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz / Universidade de São Paulo (CEPEA/ESALQ/USP), o produto com maior aumento no preço em comparação a outubro foi o açúcar VHP exportado para o mercado mundial, que passou de R$ 131,86 para R$ 147,86 em novembro.
Açúcares
De acordo com o levantamento técnico, o preço do saco do VHP comercializado com o mercado americano subiu de R$ 239,76 para R$ 248,23 em novembro. Nesse cenário, apenas o açúcar cristal teve queda de preço, passando de R$ 151,42 para R$ 149,42.
Etanol
O estudo do CEPEA/ESALQ/USP informou ainda que o etanol anidro também foi um dos produtos do mix da cana que registrou alta em Alagoas. Com isso, o metro cúbico do biocombustível subiu de R$ 2.809 em outubro para R$ 2.845 em novembro. O boletim aponta que o etanol hidratado, cujo metro cúbico em outubro foi R$ 2.708, caiu para R$ 2.685.
Padrão
O Consecana informou ainda que o preço médio de 1 kg de ATR nos produtos do mix da cana em novembro foi de R$ 2,4835 com acumulado de R$ 2,4319. Com isso, a tonelada da cana padrão no mês foi de R$ 167,4499.
Conab
A Conab informou que a produção de cana do Brasil para a safra 24/25 está estimada em 678,67 milhões de toneladas, o que representa uma diminuição de 4,8% em relação à safra anterior.
Colheita
No entanto, a área destinada à colheita apresentou crescimento de 4,3%, alcançando 8,7 milhões de hectares, resultando em um aumento na extensão plantada. A produtividade média também sofreu queda, com previsão de 78.048 kg/ha, o que representa uma redução de 8,8% comparada à safra passada.
Clima
A Conab informou que os principais fatores que contribuíram para essa diminuição incluem o impacto das condições climáticas adversas, como baixos índices pluviométricos e altas temperaturas, especialmente nas regiões Centro e Sul, que são responsáveis por 91% da produção nacional. Além disso, as queimadas nos canaviais, que afetaram diversas áreas no ciclo de produção, também prejudicaram o rendimento das lavouras.
Nordeste
Segundo levantamento da Conab, na região Nordeste, espera-se um aumento de 2,2% na produção de cana, com um total estimado de 57,72 milhões de toneladas. A colheita segue em andamento e deve atingir 55% até o final de novembro.