Expansão
Coopaíba fecha semestre com maior ciclo de crescimento da sua história
Expansão
A Coopaíba encerrou o primeiro semestre de 2026 com um dos maiores ciclos de crescimento de sua trajetória. A cooperativa processou mais de 6 milhões de frutos de coco, ampliou sua capacidade industrial e fortaleceu a geração de oportunidades para a agricultura familiar em Alagoas.
Emprego
O crescimento da agroindústria impulsionou a geração de trabalho e renda. A cooperativa já reúne mais de 400 empregos diretos, sendo aproximadamente 180 na unidade industrial, resultado da ampliação das operações e da implantação do turno noturno.
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Capacitação
A cooperativa também avançou na formação de agricultores, jovens e empreendedores. A plataforma Coopaíba EAD ultrapassou a marca de 500 pessoas capacitadas e emitiu 570 certificados em cursos gratuitos voltados ao cooperativismo, à gestão e ao desenvolvimento rural.
Inovação
Com ações como Dias de Campo, Propriedade Modelo e o programa de fornecimento de mudas, a Coopaíba amplia o suporte aos agricultores familiares. Atualmente, são disponibilizadas 28 mil mudas e mais de 60 toneladas de fibra de coco, incentivando a produtividade e a sustentabilidade.
Cooperação
Com cerca de 1.200 agricultores familiares cooperados, a cooperativa amplia iniciativas de inclusão produtiva, apoio a jovens e mulheres e redução de custos para os produtores. Para o presidente Antonino Cardozo, o crescimento da Coopaíba representa novas oportunidades para quem faz parte da cadeia produtiva.
Ecossistema
“A Coopaíba deixou de ser apenas uma cooperativa de produção. Hoje somos um ecossistema de oportunidades. Produzimos, industrializamos, capacitamos, prestamos assistência técnica, incentivamos a inovação, apoiamos mulheres e jovens e criamos soluções que fortalecem toda a agricultura familiar”, destaca Antonino Cardozo.
Açúcar
A decisão dos Estados Unidos de reduzir de 156 mil para 100 mil toneladas a Cota Americana de açúcar destinada ao Brasil representa um novo revés para o setor sucroenergético nacional. Para Alagoas, principal beneficiário desse mercado preferencial, a medida reduz em cerca de um terço o volume tradicionalmente exportado para os Estados Unidos dentro da cota, comprometendo receitas justamente em um dos mercados mais rentáveis para o açúcar brasileiro.
Redução
Além da redução da cota, permanece a tarifa adicional de 25% sobre o volume que continuará sendo exportado, diminuindo ainda mais a competitividade do produto brasileiro frente aos demais fornecedores internacionais.
Sobretaxa
Para o presidente do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, o principal problema não é a manutenção da sobretaxa adicional de 12,5%, mas a redução do espaço destinado ao açúcar brasileiro. “A redução da cota é o fato mais relevante. É ela que afeta diretamente as indústrias do Norte e do Nordeste, especialmente as de Alagoas”, afirmou.